III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso cinemateca brasileira eva
 
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CONVIDADOS

CONFERENCISTAS

ISABELLE MARINONE
Isabelle Marinone é historiadora, especialista em filmes silenciosos e documentários franceses. Professora e pesquisadora da Universidade Paris 3 – Sorbonne, pós-graduada em História e Estética do Cinema pela Universidade Paris 1 – Panthéon da Sorbonne, publicou vários trabalhos sobre filmes políticos, abordando o anarquismo e o cinema francês. Trabalha no Collegium de Lyon, onde pesquisa documentários silenciosos franceses sobre países estrangeiros.

CAROLINE PATTE
Caroline Patte é pesquisadora do Centro Nacional de Cinematografia, com especialidade em preservação do cinema silencioso.


ACOMPANHAMENTOS

ANGELA NAGAI
Bailarina e pesquisadora, mestre em Artes pela Unicamp. Estagiou no Internacional Noh Institute, em Kyoto, onde desenvolveu pesquisas de dança no Teatro Nô. É autora do espetáculo Paisagens Rasgadas e Ancestres, no qual trabalhou com o Teatro Nô e com elementos da cultura afro-brasileira. Em 2005 estreou como benshi na mostra O cinema silencioso japonês, no Centro Cultural São Paulo.

ANTONIO EDUARDO
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É autor de O Antropofagismo na obra pianística de Gilberto Mendes e de artigos sobre música contemporânea. Dentre os autores dos quais estreou composições, destacam-se Gilberto Mendes, Jack Fortner, Boudewijn Buckinx e Daffyd Bullock. Como pianista, desenvolve carreira internacional enfatizando sempre a música contemporânea brasileira.

BETO BIRGER
Baixista e produtor musical, trabalhou com diversos grupos e cantores, produzindo trilhas, jingles e spots para TV, rádio e vídeo, escrevendo arranjos, arregimentando músicos e fazendo gravações. Trabalhou com Vange Leonel, Dulce Quental, Vinicius Cantuária, Dinho Nascimento, Luiz Wagner, Corciolli, Toquinho e Tony Mouzayek, entre outros.

CARLINHOS ANTUNES
Músico, arranjador e compositor, trabalhou com inúmeros artistas, entre eles Tom Zé, Badi Assad, Tarancón e Mawaca. Participa do DVD mundial, lançado pelo Festival Nuits Atypiques de Langon, na França, ao lado de artistas como Manu Chao, Mamar Kassey e Emir Kusturica. Foi curador musical do Museu da Casa Brasileira e dirigiu o projeto Músicas Arquetípicas, do Centro de Cultura Judaica. Com sua Orquestra Mundana, prepara o lançamento de um disco.

CARLOS CAREQA
Ator, cantor, compositor e produtor, passou a infância e a juventude no Paraná, onde estudou música e teatro, antes de radicar-se em São Paulo. É autor de diversas trilhas sonoras para peças e filmes. Trabalha também no mercado publicitário, para o qual já compôs mais de 80 peças. Em seu último disco, À espera de Tom, apresenta uma série de versões para o português de músicas de Tom Waits.

DANIEL ALLAIN
Flautista e saxofonista, atualmente toca na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo com o artista Antonio Nóbrega e no grupo de choro Papo de Anjo, e participa de gravações com artistas como Dominguinhos e Ivan Lins. Entre 1989 e 1992 participou das bandas de gafieira Mexe Com Tudo e Mistura e Manda. Tocou na Orquestra Sinfônica da Paraíba entre 1984 e 1989.

DUOPORTAL
Formado por Gustavo Barbosa Lima e José Renato Gimenes, faz música com instrumentos artesanais de sopro e percussão, confeccionados em cerâmica e bambu, vindos de diversos cantos do mundo. Dirigidos pela intuição, buscam inspiração na diversidade, simplicidade e riqueza de músicas tradicionais, principalmente brasileiras.

EDUARDO JANHO-ABUMRAD
Discípulo de Tiana Amarante e Hermínia Russo, venceu o concurso Carlos Gomes em 1973. Posteriormente, frequentou cursos de grandes mestres na Itália, como Romolo Gazzani e Rodolfo Celletti. Suas atuações vêm sendo apreciadas no Brasil e na Europa, sob a regência dos mais renomados maestros. Dentre seus trabalhos recentes, destacam-se Requiem e Macbeth, de Verdi, Salvator Rosa, de Carlos Gomes, e o espetáculo de música eletroacústica Ways of the Voice, de Leo Kupper.

ERIC NOWINSKI
Iniciou-se no teatro sob a orientação da atriz Célia Helena nos anos 1980. Seus principais trabalhos são Às margens da Ipiranga, dirigido por Fauzi Arap, Tartufo, de Moliére, dirigido por José Rubens Siqueira, Os coveiros, de Bosco Brasil, dirigido por Hugo Possolo, Barrela, de Plínio Marcos, dirigido por Sérgio Ferrara, entre outros. Seu trabalho mais recente é a transposição para o palco do conto “O espelho”, de Machado de Assis.

FÁBIO CARAMURU
Pianista de formação erudita, foi aluno de Magda Tagliaferro em Paris. Músico de grande versatilidade, atua como solista, camerista, arranjador e compositor. Entre seus trabalhos recentes, destacam-se participações como solista da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, da OSUSP e da Jazz Sinfônica, duos com os cantores Fernando Portari e Magda Painno, com o pianista Marcelo Bratke, e a parceria com o baixista Pedro Baldanza, que resultou no disco Bossa in the Shadows.

FABIO AUGUSTO PETRUCELLI
Iniciou estudos de piano e violino ainda na infância e, na adolescência, estudou violoncelo. Realizou diversos cursos em Campos do Jordão, Curitiba e Rio de Janeiro. Participou de cursos com os professores Watson Clis, Wilson Sampaio, Alceu Reis, Fred Pott, entre outros. Atuou como violoncelista nos musicais O Mágico de Oz, A Ópera do Malandro, O Fantasma da Ópera, My fair lady e Miss Saigon, e como músico convidado na Orquestra Jazz Sinfônica em 2005 e 2006.

FABIO TAGLIAFERRI
Instrumentista, arranjador e compositor. Fez trilhas para as peças As mulheres da minha vida, de Daniel Filho, Maria que não vai com as outras e Mais quero um asno que me carregue do que cavalo que me derrube, ambas dirigidas por Eliana Fonseca. No cinema, fez a trilha de São Jerônimo, de Júlio Bressane, e Blackout, de Daniel Resende. Na TV, fez a trilha de Bode Rei, Cabra Rainha, de Helena Tassara.

FELIPE JULIÁN
Músico e produtor, integra o Projeto Axial, com o qual já se apresentou em diversos estados brasileiros e em países como Alemanha e República Tcheca. Junto ao Axial, tem dois discos lançados. Seu primeiro disco solo, Urbanogramas, foi lançado em 2003. Desenvolveu trilhas sonoras para diversos espetáculos e vídeos. Atualmente é também professor de Produção Musical na Universidade Anhembi Morumbi.

GISELA MÜLLER
Graduou-se em piano pela Unicamp em 1994. Em Berlim foi aluna de Laszlo Simon na Escola Superior de Artes e, entre 1998 e 2001, estudou na Academia de Música Ferenc Liszt de Budapeste. Em 2006 gravou a obra Manfred Meditation, composta por Friedrich Nietzsche, lançada como parte de um livro de Fernando Almeida sobre o pensamento musical do filósofo. Leciona piano e teoria na Escola de Música Fermata, em Jundiaí.

GUSTAVO BARBOSA LIMA
Formou-se em música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado, em São Paulo. Fez especialização em clarinete na França. Além dos projetos artísticos e do trabalho pedagógico de formação de profissionais, desenvolve programas de experiência musical para empresas e workshops de música. Participa do Duoportal, com Zé Renato Gimenes, e do Duo Veredas, com a pianista Gisela Müller.

JORDI SABATÉS
Nasceu em Barcelona e fez seus estudos na Escola Suíça, no Conservatório Superior de Música do Liceu de Barcelona e na Faculdade de Ciências Físicas. Em sua longa carreira como pianista e compositor, lançou muitos discos, dentre eles: Ortodoxia, Morgue o Berenice, com o grupo Jarka; Jordi Sabatés i toti soler, El Senyor dels Anells, Vampyria (com Tete Montoliu), El fantasma de Canterville (contos infantis com grande orquestra), entre outros. Compôs trilhas originais para filmes de Georges Méliès, Segundo de Chomón, para Nosferatu, de F. W. Murnau, e Sherlock Junior, de Buster Keaton. Premiado em diversas ocasiões, trabalha como arranjador e também como compositor para o teatro.

JOSÉ DE ALMEIDA PRADO
Compositor e pianista brasileiro nascido em 1943, estudou com Dinorah de Carvalho (piano), Osvaldo Lacerda (harmonia) e Camargo Guarnieri (composição). Em 1969 conquistou o primeiro prêmio no I Festival de Música da Guanabara com a cantata Pequenos funerais cantantes, sobre texto de Hilda Hilst. Estudou em Paris de 1970 a 1973 com Olivier Messiaen e Nadia Boulanger. De volta ao Brasil, deu aulas na Unicamp até sua aposentadoria em 2000. Em 2007 estreou no Carnegie Hall de Nova Iorque sua peça Hiléia, um mural da Amazônia, cantata para baixo e orquestra. Suas composições incluem música orquestral, coral, instrumental e piano solo, e nesta categoria, em 1974 compôs uma de suas obras mais famosas, Cartas celestes.

LEO CAVALCANTI
Desde 2002 faz experimentações e combinações de timbres e instrumentos em suas composições. A presença melódica de camadas de vozes e as vigorosas cadências rítmicas de percussão acústica e eletrônica, derivadas do violão, são as marcas de sua linguagem. Em 2007 iniciou as gravações de seu primeiro disco, com arranjos e execução de sua autoria.

LIVIO TRAGTENBERG
Compositor e saxofonista. Criou recentemente as Orquestras de Músicos das Ruas de São Paulo, Miami, Berlim e Rio de Janeiro. Desenvolve o projeto Blind Sound Orchestra com músicos cegos que tocam para o cinema silencioso. Criou diversas trilhas sonoras para cinema, teatro, dança e dança-teatro. Tem vários CDs editados, entre eles Coleção de Novas Danças Brasileiras e Othello.

LUCILA TRAGTENBERG
Soprano, camerista, solista em música contemporânea, de câmara, ópera, oratório, eventos multimídia, trilhas de filmes e teatro. Gravou discos de música contemporânea e ópera brasileira. O mais recente é Lucila Tragtenberg Voz, verso e avesso, com músicas de Livio Tragtenberg sobre poemas e transcriações de Haroldo de Campos. Mestre em canto pela UFRJ e doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.
A artista será acompanhada pelo pianista e compositor Lincoln Antonio, integrante do grupo A Barca.

MAGDA PAINNO
Mezzo-soprano, bacharel em canto pela UNESP. Estudou com Carmo Barbosa e Helly-Anne Caran. Venceu os Concursos Maria Callas e Aldo Baldin. Destacou-se como Carmen, de Bizet, em Buenos Aires, em Magdalena, de Villa Lobos, e na primeira montagem brasileira do ciclo de Wagner, O Anel dos Nibelungos, em Manaus. Apresentou-se em inúmeras óperas e concertos nos principais teatros do Brasil. Integra o Duo/Trio Echo desde 2003.

MARCELO ONOFRI
Pianista, compositor, arranjador e cantor. Estudou no Conservatório Carlos Gomes e na Unicamp, onde participou de diversos festivais e formou o Coral Látex. Integrou o elenco do espetáculo Chorus Line e foi assistente de direção musical do maestro Murilo Alvarenga. Formou o LibertangoTrio, regeu o coro Jedweder Küchen Chor e assinou a direção musical do teatro Serapions Theater. Participou também de turnê pela Áustria e Alemanha com o Izabel Padovani Quartet.

MARCO SCARASSATTI
Compositor formado pela Unicamp, pesquisa a criação e construção de esculturas e ambientes sonoros. Mestre em Multimeios e doutor em Educação, tem artigos publicados sobre trilhas sonoras, educação musical e curadoria em música contemporânea. Entre outros trabalhos, lançou o CD Sonax pelo selo europeu Creative Sources Records, ao lado de Nelson Pinton e Marcelo Bomfim. Cineasta autodidata, seu curta A Terra do silêncio ganhou 12 prêmios entre 2002 e 2003. É autor do livro Walter Smetak: o alquimista dos sons.

MARILÚ FIGUEIREDO
Integrante do naipe de meiossopranos do Coral Lírico do Teatro Municipal de São Paulo desde 1996. Foi solista em O Mikado e A Solteirona e o ladrão, direção de João Malatian, e em Zap, o resumo da ópera, espetáculo de Marcelo Tass. Fez Marcelina nas montagens de As Bodas de Fígaro, sob regência de Luiz Fernando Malheiro, Dorabella na montagem de Cosi fan tutte, sob regência de João Maurício Galindo e direção de Mauro Wrona, entre outros. Há mais de dez anos estuda e se especializa em música de câmara para meiossoprano, em especial a francesa.

MÁRIO MANGA
Compositor, arranjador e produtor. Formado em composição pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Fundador dos Grupos Premeditando o Breque e Música Ligeira, produziu, entre outros, Ivan Lins, Rita Ribeiro, Chico César, Elba Ramalho, Carlos Navas e Carlos Careqa. Compôs trilhas sonoras para vários filmes, entre eles Como fazer um filme de amor, Memórias póstumas de Brás Cubas e No rio das Amazonas, premiado como melhor trilha sonora no Festival de Gramado. Foi diretor musical do Festival de Música Popular Brasileira da TV Cultura.

MARLUI MIRANDA
Cantora, compositora e pesquisadora, é reconhecida por interpretar, difundir e valorizar a cultura e a música indígena brasileira. Recebeu o prêmio da Academia Alemã de Crítica (SchallplattenKritik) em 1996 pelo CD IHU, Todos os Sons e o prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente, do MMA, em 2005. Apresentou-se e gravou com nomes expressivos da música brasileira como Egberto Gismonti, Gilberto Gil e Naná Vasconcellos. Trabalhou com os cineastas Luiz Alberto Pereira e Hector Babenco. Faz parte do grupo Anima, com o qual tem se apresentado no Brasil e na Europa.

MIRIAM BIDERMAN
Trabalhou durante anos nos Estados Unidos em filmes como The Color of money / A cor do dinheiro, de Martin Scorsese, e Short cuts, de Robert Altman, e foi uma das primeiras a introduzir o sistema digital de finalização de som no Brasil. Ao lado de Ricardo Reis, um dos mais talentosos e criativos sound designers do Brasil, coordena a finalização de som de diversos projetos. Pela Effects Filmes realiza trabalhos com longas-metragens, documentários e comerciais.

NELSON PINTON FILHO
Após concluir o curso técnico de piano no Conservatório Musical Carlos Gomes, formou-se em composição musical pela Unicamp, sob orientação dos professores Livio Tragtenberg e Almeida Prado. Compõe trilhas para teatro, dança, cinema e vídeo. Entre seus trabalhos, destacam-se a exposição Bienal 50, a participação no 33º Festival Synthèse (França, 2003) e a trilha para Tour de France, de René Clair, lançado na coleção Magnus OPUS. Como produtor musical, atua em inúmeras gravações e trabalhos publicitários. Como professor convidado, ministra aulas no Departamento de Música da Unicamp.

ORDINÁRIA HIT
A banda é formada por Flávio Ba (baixo), João Riveros (guitarra e voz), João Branco (violoncelo), Rodrigo Rosa (bateria e voz) e Renato Ferreira (saxofone). A vida ordinária tocada em hit: eletricidade, bateria, guitarra, baixo e um pouco mais de corda, tudo de ponta-cabeça, punk, na ética do “faça-você-mesmo”.

PASCOAL DA CONCEIÇÃO
Ator, formado pela Escola de Arte Dramática da USP. No Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Correa, atuou em Ham-Let, de Shakespeare, As Bacantes, de Eurípedes, e Taniko, de Bertolt Brecht. Trabalhou também com Bibi Ferreira e Carlos Alberto Sofredini, entre outros diretores. Foi fundador do Grupo Dragão 7, onde atuou, dirigiu e co-produziu diversos espetáculos. Entre suas participações recentes no teatro, destacam-se Os sete afluentes do Rio Ota, de Robert Le Page, com direção de Monique Gardemberg, Mário de Andrade desce aos infernos, sob a supervisão de Maria Alice Vergueiro e Georgette Fadel. Na TV, trabalhou como ator no programa Castelo Rá-tim-bum, da TV Cultura, interpretando o Doutor Abobrinha, personagem clássico da série.

PAULO RUBENS COSTA
Licenciou-se em música pela Escola de Comunicações e Artes da USP, na qual obteve também o título de mestre. Há mais de quinze anos atua como educador musical em escolas. Foi coordenador da área de música do Atelier: Arte Expressão da Escola Viva, de 1998 a 2001, onde atua até hoje como regente coral e professor de educação musical. Pianista, desenvolve trabalho de música de câmara com a mezzo-soprano Marilú Figueiredo. É fundador, pianista e compositor do grupo de música instrumental brasileira Aquilo Del Nisso. Desde 1990 é professor particular de piano erudito e popular, e de teoria musical.

PEDRO BALDANZA
Na década de 1970 participou ativamente do movimento de música progressiva com o grupo Som nosso de cada dia. No início dos anos de 1980 trabalhou com vários ícones da MPB, como Elis Regina, Gal Costa, Ney Matogrosso, João Donato, Erasmo Carlos e Chico Buarque, além de ter participado de diversas gravações como contrabaixista com artistas brasileiros e estrangeiros. Atualmente, além de atuar como contrabaixista ao lado de vários artistas brasileiros, desenvolve um projeto com o pianista Fábio Caramuru, buscando novas linguagens musicais dentro do conceito free-style.

SIMONE SOU
“Percuterista”, desenvolve pesquisa baseada em ritmos brasileiros e do mundo, adaptando técnicas de percussão às de bateria. Gravou com e acompanhou músicos e compositores como Itamar Assumpção, Mutantes, Chico César, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Elza Soares, Jards Macalé, Paulo Miklos, Robertinho Silva, Otto, entre outros. Atualmente toca com a Orquestra Mundana, liderada por Carlinhos Antunes.

THE UNHOLY QUARTET
Quarteto de cordas formado por Hugo Kageyama (violino), Alex Braga (violino), Fábio Tagliaferri (viola de arco) e Joel de Sousa (violoncelo). Hugo Kageyama é maestro da renomada orquestra de câmara Camerata Fukuda, da qual Joel de Sousa também faz parte. Alex Braga já tocou com diferentes orquestras e músicos como Paulinho da Viola e Gal Costa. Fabio Tagliaferri, compositor, tem diversas parcerias com músicos, entre eles Luiz Tatit.