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CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
Vila Clementino, São Paulo

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MÚSICOS E ARTISTAS CONVIDADOS

Ana Fridman
Formada em Música e Dança pela Unicamp, atua como compositora, pianista, arranjadora, bailarina e professora de Percepção e Harmonia. Em 2002 ganhou a bolsa Virtuose em Composição para estagiar com o grupo londrino Kinetic Concert. Lançou em 2004, pelo selo Zabumba Records / Rob Digital, o CD O Tempo, a Distância e a Contradança, com músicas e arranjos de sua autoria, incluindo trilhas que compôs para teatro e dança. Entre os lugares que lecionou estão: Instituto de Artes da Califórnia, Unicamp, unidades do Sesc de São Paulo, Ongs e Companhias Teatrais. Em 2007 foi convidada pela Guildhall School de Londres para ministrar um workshop sobre ritmos brasileiros.

André Abujamra
Multiinstrumentista, compositor, produtor e ator paulistano. Na década de 1980 montou a banda Os Mulheres Negras, que o projetou no cenário musical alternativo em São Paulo. Depois passou pelo Karnak e hoje está em carreira solo. Compõe para cinema e teatro; entre seus trabalhos recentes estão uma participação na trilha de O Bicho de 7 cabeças e a trilha toda de Carandiru. Abujamra também atua como produtor musical, e trabalha junto com artistas como Pato-Fu e Duo Portal. Recentemente lançou seu terceiro CD solo, intitulado Mafaro, que tem recebido excelentes críticas, e já está com shows marcados por todo o mundo até 2011.

Basavizi
Grupo formado em 2008 para desenvolver pesquisas sobre a improvisação livre como forma de processo criativo e de composição, que resultaram também em outra pesquisa sobre o uso de tecnologia digital e analógica para performances ao vivo. Formado por um trio paulistano, o grupo desenvolveu diversos arranjos instrumentais. Sempre focado na interação entre instrumentos tradicionais, ainda que tocados de forma não usual, e tecnologias high e low-tech.

Camila Lordy
Desenvolve seu trabalho como instrumentista e professora. Há três anos dá aulas na Escola do Auditório Ibirapuera e no Espaço Musical. Atualmente toca com Thiago Pethit, Dr. Morris e Banda Glória. Participou de gravações nos discos de Juliana Khel, João Macacão, Banda Glória convida Cristina Buarque, EP de Junio Barreto além de acompanhar alguns artistas do cenário pop como Fernanda Takai, Andréia Dias e o pernambucano Ortinho. Participou das gravações do trabalho solo ainda inédito de Simone Sou e é integrante da banda que fez a estréia deste trabalho no Auditório Ibirapuera em 2008. Já realizou algumas trilhas ao vivo para teatro nos espetáculos O Livro de Jó do Teatro da Vertigem, Eu não escrevi Isto de Hugo Possolo e participou da criação de dois espetáculos infantis, As roupas do Rei e Luna Clara e Apolo Onze.

Daniel Murray
Violonista. Em 1997 conquistou o segundo prêmio no Concours International de Guitarre de Trédrez-Locquémeau, na Bretanha, França. Há 15 anos trabalha como intérprete, arranjador e compositor. Em 2007 gravou Suíte Retratos de Radamés Gnatalli com o Trio Opus 12, de violões. Em 2008, lançou seu primeiro CD solo ...universos sonoros para violão e tape..., com patrocínio da Petrobras. Integrou em 2009 o Quarteto Tau de violões, com Breno Chaves, José Henrique Rosa Campos e Fabio Bartoloni, e formou com o violonista e compositor Chico Saraiva o Duo Saraiva-Murray, que acaba de voltar de uma turnê pela Europa.

Daniel Szafran
Pianista solo. Trabalhou com Laura Finnochiaro, Zé Rodrix, Mauricio Pereira, Edvaldo Santana, entre outros. Foi durante três anos pianista da banda do Programa Fanzine, da TV Cultura. Com o parceiro Mauricio Pereira, coproduziu e tocou piano no CD Mergulhar na Surpresa. Fez trilhas para peças e produziu CDs de outros artistas. Em 1992, a Rádio Cultura AM de São Paulo fez com ele um programa especial de uma hora. Foi pianista do Piratininga Bar por 16 anos, no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, casa bastante conhecida dos paulistanos pelos bons pianistas que por lá passaram.

Danilo Moraes
Nascido em São Paulo, cantor, compositor e guitarrista, trabalhou com artistas como Chico César, Ná Ozzetti, Miriam Maria, Premê, Wandi Doratiotto (seu pai, com quem produziu o disco Pronto), Mário Manga, Ceumar, Inácio Zatz, Celso Sim, entre outros. Lançou seu disco solo em 2003 e foi selecionado para o projeto Rumos do Itaú Cultural. Com a banda Banguela, Danilo apresentou-se durante vários anos nas casas de forró de São Paulo e, em 2004, lançou o disco Na Pista. Em 2009 iniciou o projeto de seu novo disco Danilo Moraes e os Criados Mudos, apresentando-se em cidades de todo o Brasil.

Dante Pignatari
Formou-se em piano na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Já se apresentou no Brasil, Inglaterra, Espanha e Alemanha, dedicando-se especialmente à música de câmara. Trabalhou na produção, edição e apresentação de programas para a Rádio Cultura FM. Coordenou e foi pianista do projeto Poesia paulista - Doze canções, que resultou no CD do mesmo nome. Foi colaborador da revista Bravo! de 1997 a 2001, e desde 2005 escreve notas de programas para a OSESP. Ministra aulas de piano e cursos livres de música.

Dino Vicente
Atua como músico, compositor, arranjador e produtor musical nas áreas de publicidade, cinema, teatro, instalações e multimídia. Começou sua carreira cedo, tocando piano na montagem da peça Bonitinha, mas Ordinária, dirigida por Antunes Filho. Já compôs com Arrigo Barnabé e, recentemente, escreveu a trilha sonora do longa-metragem 400 contra 1, do diretor Caco Souza.

Duo N1
Formado por Alexandre Fenerich e Giuliano Obici em julho de 2007, o duo nasceu da vontade de criar um ambiente de experimentação sonora a partir da performance musical e do improviso. Já se apresentou em festivais de arte eletrônica, cinema e música, bares e galerias de arte. Em 2009 lançou o CD Jardim das Gambiarras Chinesas - Broken Music Machines, registro das experimentações musicais criadas até então. Desde 2009 explora também performances audiovisuais, criando peças para ver-ouvir – um modo de atuação que marcou sua participação na Mostra Live Cinema de 2009, com a performance “Marulho Oceânico”.

Eric Nowinski
Começou sua carreira no teatro em 1980 sob a orientação da atriz Célia Helena. Seus principais trabalhos são: Às margens da Ipiranga, dirigido por Fauzi Arap; Tartufo, de Molière, dirigido por José Rubens Siqueira; Os coveiros, de Bosco Brasil, dirigido por Hugo Possolo; e Barrela, de Plínio Marcos, dirigido por Sérgio Ferrara. Seu trabalho mais recente é a transposição para o palco do conto O Espelho, de Machado de Assis.

Gustavo Barbosa Lima
Formado em Música (clarinete), fez especialização na França. Frequentou o curso de Música Eletroacústica do GRM de Paris e lecionou em escolas da região parisiense. Obteve o 1o Prêmio de Clarinete da Associação Leopold Bellan de Paris e o 1o Prêmio de Clarinete do VIII Concurso Jovens Instrumentistas Brasil. Compôs trilhas para espetáculos de dança e filmes; participou das edições de 2007 e 2009 da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso. Foi clarinetista da Orquestra Jazz Sinfônica de 2001 a 2003. Integrante do Duoportal, lançou em 2000 o CD Música de um povo imaginário. Na área da música erudita, atua com a pianista Scheilla Glaser. É professor de clarinete e música de câmara da Escola de Música do Estado de São Paulo desde 2000. Pós-graduado em Administração de Empresas pela FIA, participa da coordenação pedagógica de vários projetos artísticos.

Laércio de Freitas
Pianista, maestro, arranjador e compositor. Graduou-se em piano no Conservatório Carlos Gomes. Fez parte da Orquestra Tabajara de Severino Araújo e do Sexteto de Radamés Gnatalli. Em 1973 lançou o LP Laércio de Freitas e o som roceiro. Atuou como arranjador e regente em companhias de discos. Acompanhou artistas como Ângela Maria, Maria Bethânia, Maria Valle, Emílio Santiago, Nancy Wilson, Clara Nunes, The Supremes, entre outros. É arranjador da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, para a qual também ministra aulas de Prática de Execução Conjunta. Em 2001 assinou os arranjos do tema para piano e orquestra de Amazonas: um poema sinfônico, de João Donato e Everardo de Castro, apresentado no Teatro Amazonas, em Manaus.

Livio Tragtenberg
Escreve músicas para teatro, vídeo, cinema e instalações sonoras. Compôs obras instrumentais, sinfônicas, eletroacústicas e operísticas. Em 1987 ganhou o prêmio Vitae pela ópera Inferno de Wall Street; em 1991 foi contemplado com uma bolsa da Fundação Guggenheim pela composição da ópera Tatuturema. Gravou os discos Temperamental, Othello e Anjos Negros, Pasolini Suite e Coleção de Novas Danças Brasileiras. Apresenta-se regularmente no Brasil e no exterior. É autor dos livros Artigos Musicais, Contraponto e Música de Cena. Desde 1995 colabora com o coreógrafo Johann Kresnik em produções de teatro-dança na Alemanha. Criou a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo e a Nervous City Orchestra em Miami (Estados Unidos). Também criou a Blind Sound Orquestra, com músicos cegos acompanhando filmes silenciosos.

Marcelo Poletto
Artista plástico por formação acadêmica; educador por opção política; músico por necessidade. Com a bailaria Morena Nascimento, forma o Duo UNS, que apresenta suas próprias composições de forma simples e direta.

Marcio Nigro
Músico premiado, jornalista, compositor, engenheiro de áudio e produtor musical. Há mais de dez anos explora as novas tecnologias da criação musical. Em 2002 lançou o livro Áudio e Vídeo Digital no Macintosh, em parceria com João Velho. Em 1998 fundou a produtora Trio Digital, que compõe jingles para TV. Como compositor de cinema, ganhou o prêmio de melhor trilha sonora por Encarnação do Demônio, no Festival de Paulínia (2008) e por É proibido fumar (2009), no Festival de Brasília.

Matheus Leston
Músico, compositor, produtor musical e professor. Formado em contrabaixo e Teoria Musical no Centro de Estudos Musicais. É tecladista do grupo Patife Band. Em 2009 participou do projeto Ao redor de 4’33’ na Bienal do Mercosul. Lecionou a disciplina Música Erudita no Século XX no Curso de Arte Contemporânea do Instituto Tomie Ohtake. Compôs a trilha sonora de diversos curtas-metragens, entre eles Mais uma Noite, de Pedro Morelli e Luis Eduardo Amaral, e Sombras, de Dalila Martins.

Max de Castro
Nascido no Rio de Janeiro, mudou-se para São Paulo ainda criança. Estimulado pelo pai Wilson Simonal, interessou-se por música muito cedo. Influenciado por Djavan, Jorge Ben Jor e Cassiano, formou em 1992 a banda Confraria, ao lado de Pedro Mariano e Daniel Carlomagno. No começo de 2000, lançou pela gravadora Trama o seu primeiro disco solo, Samba Raro. Em 2002 lançou Orquestra Klaxon, com parcerias de Erasmo Carlos, Marcelo Yuka, Nelson Motta, Fred Zero Quatro e Seu Jorge. Em 2005 lançou seu terceiro disco, Max de Castro, o mais autoral de todos eles, e nele conta com a participação do percussionista Naná Vasconcelos e do Trio Mocotó.

Ricardo Carioba
A criação de formas visuais e sonoras que não estavam previstas na programação de máquinas eletrônicas é a ideia que está por trás da nova série de trabalhos e projetos de Ricardo Carioba. Por meio de fotografias digitais e analógicas, vídeos e impressões de imagens eletrônicas, o artista aproveita a inteligência eletrônica para inventar possibilidades de experiência em espaço digital. Desde as fotografias, com que conferia materialidade a ambientes virtuais (Panorama da Arte Brasileira, MAM-SP, 1999), até as simulações feitas em computador (Paço das Artes, 2003), persegue não o desvendamento dos mecanismos internos da “caixa preta”, mas a intervenção nos processos eletrônicos que ali ocorrem, formalizando a poética desse espaço.

Ricardo Reis
Ao lado de Miriam Biderman coordena a Effects Filmes, especializada na finalização de longasmetragens e documentários. No cinema destacou-se pelos seus trabalhos de finalização de som, entre eles, Suprema felicidade, de Arnaldo Jabor; A Encarnação do demônio, de José Mojica Martins (prêmio de Edição de Som no Festival de Paulínia em 2008); e Noel, o poeta da vila, de Ricardo Van Steen (prêmio de Edição de Som no Festival de Miami de 2007). Na televisão, sobressaiu-se por trabalhos nas séries Travessia, dirigida por João Batista de Andrade, e Carandiru, outras histórias, de Hector Babenco, Roberto Gervitz e Walter Carvalho.

Ricky Villas
Violonista, baixista e compositor. Paulistano, atua no cenário musical brasileiro desde 1980. Participou das bandas Bom Quixote, Performática, La Vie en Rose e Banda Zero (que ganhou um disco de ouro). Tem parcerias com Ronaldo Bastos, Celso Fonseca, Eduardo Amarante, Fredy Haiat e Guilherme Isnard. Representou o Brasil em diversos festivais no exterior e participou do Projeto World Party ao lado dos músicos holandeses Tomaz Geretsem e Georgia Dias. Fomou-se no Audio Engineering Institute (SAE), de Amsterdã.

Ruggero Ruschioni
Graduou-se em Composição e Regência na Faculdade Santa Marcelina; especializou-se em Multimídia na Media Research Lab New York University e fez mestrado em Cinema, Rádio e Televisão na Escola de Comunicações e Artes da USP. Atualmente é professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e professor-assistente da Faculdade Cásper Líbero. Tem experiência nas Artes com ênfase em música, e atua principalmente com temas de computação gráfica, música computacional, realidade virtual, 3D tempo real, síntese sonora e sincronia.

Simone Sou
“Percuterista”, desenvolve pesquisa baseada em ritmos brasileiros e do mundo, adaptando técnicas de percussão às de bateria. Gravou com e acompanhou músicos e compositores como Itamar Assumpção, Mutantes, Chico César, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Elza Soares, Jards Macalé, Paulo Miklos, Robertinho Silva, Otto, entre outros. Atualmente toca com a Orquestra Mundana, liderada por Carlinhos Antunes.

Turíbio Santos
Gravou 65 álbuns para Erato-WEA (Paris), Chant du Monde (Paris), Kuarup, Visom e Ritornelo (Rio de Janeiro) e editou coleções de partituras pela Max-Eschig (Paris) e Ricordi (São Paulo). Em 1983 criou a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro. Em 1999 regravou a obra completa de Heitor Villa-Lobos para violão ao lado de compositores como Edino Krieger, Sérgio Barboza, Nicanor Teixeira, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth, para uma série de cinco CDs em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil. É membro-fundador do Conseil d’Entr’aide Musicale (UNESCO). Em 1985 foi nomeado diretor do Museu Villa-Lobos e Chevalier de la Legion D’Honneur. Seus últimos lançamentos discográficos foram Turíbio Santos interpreta Agustin Barrios, Violão Sinfônico e a Introdução ao Choro, todos sob a regência de Silvio Barbato. Foi indicado para o Grammy Latino em 2008.

Wilson Sukorski
Compositor, músico eletrônico, performer multimídia, criador e produtor de conteúdos musicais para rádio, vídeo e cinema, designer e construtor de instrumentos musicais inusitados, e pesquisador em áudio digital. Trabalha em diversas atividades musicais no Brasil e no exterior: compõe para cinema, vídeos experimentais, instalações de áudio arte, arte urbana, arte e novas mídias, e se apresenta como performer musical em shows e performances monoband.

Zé Luiz Rinaldi
Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; colaborou intensamente com os diretores Luiz Antônio Martinez Corrêa, Bia Lessa, Celina Sodré, Fábio Ferreira, Gilberto Gawronsky, Jefferson Miranda e Ulysses Cruz. Premiado pela bolsa Vitae de Artes, criou e dirigiu a ópera Deslimites da Palavra (CCBB-RJ, 2000). Seu trabalho recebeu o prêmio Rumos Musicais Tendências e Vertentes, do Itaú Cultural, e o prêmio de edição da Cartografia Musical Brasileira, como representante da atual produção artística nacional.

Zérró dos Santos
Contrabaixista, arranjador, compositor e produtor. Zérró dos Santos tocou ao lado de músicos como Geraldo Azevedo, Leni Andrade, Família Caymmi, Miúcha, Célia, Nara Leão, Maurício Aihorn, Alaíde Costa, Alceu Valença, entre outros. Participou da Rio Jazz Orquestra e também das gravações dos discos de Elza Soares, Martinho da Vila e Nana Caymmi. É criador e líder do grupo Zérró Santos Big Band Project, formado por 6 saxofones, 2 trompas, 4 trombones, 1 tuba, 5 trompetes, contrabaixo, guitarra, acordeom, bateria e percussão.