ínicio
11 de maio a 12 de setembro de 2010
Em comemoração aos 100 anos da IPA – International Psychoanalitical Association, fundada em 1910 por Sigmund Freud, a Cinemateca Brasileira, em parceria com a Sociedade Brasileira de Psicanálise, apresenta uma programação extensiva de filmes, sessões comentadas e debates que buscam evidenciar relações entre o cinema e a psicanálise. A psicanálise, ao conferir novas possibilidades interpretativas ao sonhos e às manifestações do inconsciente, abasteceu o cinema de um imenso manancial teórico que promoveu um aumento exponencial da densidade psicológica das narrativas cinematográficas. Estas, por sua vez, passaram a fornecer à psicanálise modelos de comportamento e de caráter que servem de guias e parâmetros para analogias com casos clínicos. A relação entre o cinema e a psicanálise, portanto, é uma via de mão dupla, na qual ambos se influenciam, espelham-se e alimentam-se. Esta é idéia por trás da programação que se inicia este mês na Cinemateca Brasileira, com a realização de uma mostra de filmes com algumas sessões comentadas por psicanalistas e dois debates, e que segue com a realização de sessões de cinema seguidas de debates com especialistas e intelectuais, sempre aos domingos, às 19h00, até o dia 5 de setembro – quando uma segunda mostra de filmes, centrada em produções latino-americanas, encerra as comemorações. Nesta primeira etapa, o destaque fica com a imensa variedade de gêneros, estilos, autores e épocas da produção cinematográfica contemplada. Há desde clássicos indiscutíveis e imediatamente associáveis às idéias propagadas pela psicanálise (como Sangue de pantera, Amarcord, Teorema e até mesmo a cinebiografia Freud, Além da alma, que narra justamente a forma como o “pai da psicanálise” chegou à raiz de sua filosofia) até filmes mais obscuros e cujo vínculo com o tema da mostra é menos evidente (caso, por exemplo, da animação italiana Música e fantasia) – mas que será, todavia, detalhado por meio dos comentários e debates a cargo de psicanalistas, feitos após algumas sessões. Confira mais informações e a programação completa no folheto específico do evento.
Estamos comemorando 100 anos da Instituição Psicanalítica, a IPA (International Psychoanalitical Association) fundada em 1910 por Sigmund Freud. A psicanálise tirou os sonhos da esfera da magia e da superstição tornando possível sua abordagem científica. Sonhos permitem que os estímulos que recebemos do interior de nosso corpo e do mundo que nos envolve ganhem qualidade psíquica. Eles constroem desse modo trajetos de representação e sentido que permitem que a vida aconteça. Sobrevivemos pouco tempo sem dormir e sonhar. Assim como nos filmes, eles permitem a constituição de um patrimônio de cultura que faz com que não necessitemos a cada situação inventar nosso viver. Eles fornecem os trajetos mentais de passagem do nascimento, da vida sexual e amorosa e dos rituais da morte, enfim, um repertório para toda a gama de emoções possíveis entre o amor e o ódio. Também é essa a experiência do cinema que nos acompanha nos últimos 100 anos. Ambos constroem nossa ideologia íntima e pessoal.
Comemoraremos este centenário com um ciclo de filmes acompanhados por debates entre intelectuais e psicanalistas. No período de maio a setembro, sempre aos domingos, teremos a oportunidade de nos debruçarmos sobre a maravilha que são os sonhos e o cinema e assim, talvez, acrescentarmos novos caminhos frente nossa perplexidade cotidiana.
Leopold Nosek
CINEMATECA BRASILEIRA
Largo Senador Raul Cardoso, 207
próximo ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada) – as sessões em DVD têm ENTRADA FRANCA
Atenção: estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.
PROGRAMAÇÃO
11.05 | TERÇA
SALA CINEMATECA BNDES
18h00 TERRA EM TRANSE
20h00 SANGUE DE PANTERA | DEBATE COM PLÍNIO MONTAGNA E MARIA DORA MOURÃO | MEDIAÇÃO DE LEOPOLD NOSEK
12.05 | QUARTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h00 TAXI DRIVER
20h00 VELUDO AZUL | COMENTÁRIOS DE SILVANA REA | MEDIAÇÃO DE RAYA-ANGEL ZONANA
13.05 | QUINTA
SALA CINEMATECA BNDES
18h00 AMARCORD
20h30 MARCAS DA VIOLÊNCIA | COMENTÁRIOS DE CÁSSIA BRUNO | MEDIAÇÃO DE HELOISA HELENA SITRÂNGULO DITOLVO
14.05 | SEXTA
SALA CINEMATECA PETROBRAS
18h00 VELUDO AZUL
SALA CINEMATECA BNDES
20h00 TEOREMA | COMENTÁRIOS DE RONIS MAGDALENO JUNIOR | MEDIAÇÃO DE MARTA ÚRSULA LAMBRECHT
15.05 | SÁBADO
SALA CINEMATECA BNDES
16h00 MARCAS DA VIOLÊNCIA
19h00 SANGUE DE PANTERA
20h30 TERRA EM TRANSE | COMENTÁRIOS DE JOSÉ MARTINS CANELAS NETO | MEDIAÇÃO DE HANG LY HOMEM DE IKEGAMI ROCHEL
16.05 | DOMINGO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
16h00 TAXI DRIVER
SALA CINEMATECA BNDES
18h00 TEOREMA
20h00 AMARCORD | DEBATE COM MARCIO DE FREITAS GIOVANNETTI E MARCELO COELHO | MEDIAÇÃO DE RAQUEL AJZENBERG
23.05 | DOMINGO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 FREUD, ALÉM DA ALMA | DEBATE COM IGNÁCIO GERBER E CARLOS AUGUSTO CALIL | MEDIAÇÃO DE HOMERO VETTORAZZO FILHO
30.05 | DOMINGO
SALA CINEMATECA PETROBRAS
19h00 MÚSICA E FANTASIA | DEBATE COM JOÃO MAURÍCIO GALINDO E LEOPOLD NOSEK | MEDIAÇÃO DE ELIANA CALIGURI
FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES
Amarcord, de Federico Fellini
Itália, 1972, 35mm, cor,
Bruno Zanin, Pupella Maggio, Magali Noël, Nando Orfei
Com fortes traços autobiográficos, o filme oferece um retrato da cidade natal de Fellini, Rimini, da forma como ele a conheceu, nos anos 30. Com muito humor e alguns elementos pitorescos e bizarros, o roteiro apresenta o cotidiano de diversos personagens desta cidadezinha costeira durante um ano, marcado por um rigoroso inverno, pela passagem de um transatlântico, pelo fascínio com o cinema e pela ascensão do fascismo. O título é uma referência à tradução fonética da expressão “io me ricordo” (eu me lembro), usada na região da Emilia-Romagna, onde se passa a história. Contando com uma inesquecível trilha sonora de Nino Rota, trata-se de uma das obras-primas do mestre italiano, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1976 – já que o filme chegou ao mercado norte-americano com quase quatro anos de atraso.
Classificação indicativa: 14 anos
qui 13 18h00 | dom 16 20h00
Freud, Além da alma (Freud), de John Huston
EUA, 1962, 35mm, pb,
Ao tratar uma jovem histérica e sexualmente reprimida, o psiquiatra Freud formula o conceito do Complexo de Édipo. Clássico do mestre John Huston sobre a vida de Sigmund Freud (1856-1939), considerado o pai da psicanálise. O roteiro cobre o período da vida de Freud que vai de sua graduação em Medicina na Universidade de Viena até o desenvolvimento das primeiras teorias psicanalíticas, relacionando suas descobertas acerca do funcionamento do inconsciente humano às suas experiências pessoais. Com ótimos diálogos e uma atuação magistral do astro Montgomery Clift, o filme é uma excelente introdução às idéias freudianas e um retrato fiel do nascimento da psicanálise.
Classificação indicativa: 14 anos
dom 23 19h00 | ENTRADA FRANCA
Marcas da violência (A history of violence), de David Cronenberg
Canadá/Inglaterra, 2005, 35mm, cor,
Viggo Mortensen, Maria Bello, Ed Harris, William Hurt
Numa pequena cidade americana, homem vive tranquilamente com sua esposa e seus dois filhos. Certa noite, no entanto, sua pacata vida é interrompida quando ele mata em legítima defesa dois assaltantes. Aclamado como herói local, ele acaba atraindo a atenção da mídia, que o coloca numa desconfortável posição de celebridade. Quando tenta retomar sua vida comum, no entanto, é surpreendido pela aparição de um homem misterioso e ameaçador, que afirma conhecê-lo de um passado obscuro e sangrento.
Classificação indicativa: 18 anos
qui 13 20h30 | sáb 15 16h00
Música e fantasia (Allegro non troppo), de Bruno Bozzetto
Itália, 1977, 35mm, cor,
Marialuisa Giovannini, Néstor Garay, Maurizio Micheli, Maurizio Nichetti
Sátira ao filme de animação Fantasia, lançado pelos estúdios de Walt Disney em 1940. Narra a história de um cineasta que acredita ter tido uma ideia original: fazer uma animação sobre a música clássica. No entanto, ele descobre que um tal de “Prisney” já fez o mesmo nos Estados Unidos. Neste filme, Bozzetto utiliza o mesmo mote do filme da Disney, criando sequências de animação inspiradas em peças musicais clássicas, mas acrescentando uma mordaz crítica social a cada quadro. Dentre os segmentos mais marcantes, “Prelúdio para o entardecer de um fauno”, de Debussy, mostra as desventuras de um fauno que tenta disfarçar sua velhice, o “Bolero” de Ravel vira pretexto para um delírio no qual um resto de Coca-cola abandonado por uma nave espacial se torna o estopim para a evolução das espécies e “Pássaro de fogo”, de Stravinsky, satiriza a gênese bíblica de forma a identificar o castigo divino com a moderna sociedade consumista.
Classificação indicativa: Livre
dom 30 19h00
Sangue de pantera (Cat people), de Jacques Tourneur
EUA, 1942, 35mm, pb, 73‘ | Legendas em português
Simone Simon, Kent Smith, Tom Conway, Jane Randolph
Um bela e misteriosa jovem é vítima de uma maldição, que faz com que ela se transforme numa pantera assassina sempre que é emocionalmente excitada. Clássico absoluto do erotismo e do cinema fantástico, este suspense do diretor “cult” Jacques Tourneur, o mesmo do noir Fuga do passado, ganhou uma refilmagem no início dos anos 1980 pelas mãos de Paul Schrader, conhecida no Brasil como A marca da pantera.
Classificação indicativa: 14 anos
ter 11 20h00 | sáb 15 19h00
Taxi driver, de Martin Scorsese
EUA, 1976, 35mm, cor,
Robert De Niro, Jodie Foster, Cybill Shepherd, Harvey Keitel, Peter Boyle, Albert Brooks
Recentemente dispensado do Corpo de Fuzileiros Navais, o jovem Travis Bickle sofre de insônia e arranja emprego como taxista
Classificação indicativa: 14 anos
qua 12 18h00 | dom 16 16h00 | ENTRADA FRANCA
Teorema, de Pier Paolo Pasolini
Itália, 1968, 35mm, cor,
Terence Stamp, Silvana Mangano, Massimo Girotti, Anne Wiazemsky, Laura Betti
Família burguesa tem seu cotidiano violentamente sacudido pela chegada de um estranho rapaz. O jovem vai aos poucos seduzindo a todos, começando pela empregada, até conseguir fascinar também a filha, o filho, a mãe e o patriarca, um rico industrial. Sua passagem faz com que toda a família entre numa profunda crise de identidade – a mãe sai pelas ruas de Roma à cata de homens para satisfazer suas fantasias; o filho se transforma num artista abstrato; a filha, chocada, fica catatônica, enquanto o pai decide doar sua fábrica aos operários. Uma das mais famosas e polêmicas obras do diretor e poeta italiano Pier Paolo Pasolini, um radical defensor do comunismo.
Classificação indicativa: 18 anos
sex 14 20h00 | dom 16 18h00
Terra em transe, de Glauber Rocha
Rio de Janeiro, 1967, 35mm, pb,
Jardel Filho, Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha
Em Eldorado, país imaginário dos trópicos, um poeta agoniza em meio às diferentes forças políticas que disputam o poder. Uma das mais contundentes respostas artísticas ao golpe militar de 1964, Terra em transe é uma vigorosa e visionária alegoria política sobre o Brasil e a América Latina dos anos 60. Obra-prima de Glauber Rocha, responsável pela consagração internacional do cineasta, inaugurou um debate sobre o populismo no país e foi o ponto de partida para o Tropicalismo.
Classificação indicativa: 14 anos
ter 11 18h00 | sáb 15 20h30
Veludo azul (Blue velvet), de David Lynch
EUA, 1986, 35mm, cor,
Kyle MacLachlan, Isabella Rossellini, Dennis Hopper, Laura Dern, Dean Stockwell, Hope Lange
Universitário retorna para sua pacata cidade natal e encontra uma orelha humana num terreno baldio. Com a ajuda da filha de um investigador, tenta desvendar o mistério, que acaba por conduzi-lo a uma bela cantora e a um sádico viciado. Como noutros trabalhos do diretor, trata-se aqui de desmascarar as perversões e a sordidez que se ocultam sob a aparente serenidade da vida burguesa. Um dos mais importantes filmes americanos da década de 1980, referência para muitas manifestações artísticas posteriores, Veludo azul é obra exemplar do universo ficcional de David Lynch, em que se misturam suspense, horror e surrealismo pop. Vencedor de inúmeros prêmios em festivais internacionais, foi também indicado ao Oscar de melhor diretor em 1987.
Classificação indicativa: 16 anos
DEBATEDORES E COMENTARISTAS:
CARLOS AUGUSTO CALIL é professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. Foi diretor e presidente da Embrafilme, diretor da Cinemateca Brasileira (1987-92) e do Centro Cultural São Paulo (2001-2205). Documentarista, autor de ensaios e editor de publicações sobre cinema, iconografia, teatro, história e literatura, é curador da obra cinematográfica de Glauber Rocha e Leon Hirszman. Desde abril de 2005, é Secretário Municipal de Cultura de São Paulo. Participa do debate sobre o filme Freud, Além da alma no dia 23 de maio, às 19h00.
CÁSSIA BRUNO é psicanalista e diretora científica da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Comenta o filme Marcas da violência no dia 13 de maio, às 20h30.
ELIANA CALIGURI é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. É mediadora do debate sobre o filme Música e fantasia no dia 30 de maio, às 19h00.
HANG LY HOMEM DE IKEGAMI ROCHEL é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Coordena a discussão sobre o filme Terra em transe no dia 15 de maio, às 20h30.
HELOISA HELENA SITRÂNGULO DITOLVO é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Coordena a discussão sobre o filme Marcas da violência no dia 13 de maio, às 20h30.
HOMERO VETTORAZZO FILHO é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. É mediador do debate sobre o filme Freud, Além da alma no dia 23 de maio, às 19h00.
IGNÁCIO GERBER é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Participa do debate sobre o filme Freud, além da alma no dia 23 de maio, às 19h00.
JOÃO MAURÍCIO GALINDO é diretor-artístico e regente titular da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo e da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Na rádio Cultura FM, idealizou os programas Pergunte ao maestro e Encontro com o maestro e é autor do livro Música, pare para ouvir. Participa do debate sobre o filme Música e fantasia no dia 30 maio, às 19h00.
JOSÉ MARTINS CANELAS NETO é médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, com especialização em Psiquiatria pela Université de Paris XIII; é psicanalista didata da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Comenta o filme Terra em transe no dia 15 de maio, às 20h30.
LEOPOLD NOSEK é psicanalista, vice-presidente da Sociedade Amigos da Cinemateca e coordenador da mostra Fábrica de Sonhos: 100 Anos de Cinema e Psicanálise. É o mediador do debate sobre o filme Sangue de pantera no dia 11 de maio, às 20h00, e participa do debate sobre o filme Música e fantasia no dia 30 de maio, às 19h00.
MARCELO COELHO é membro do Conselho Editorial da Folha de S. Paulo e escreve semanalmente no caderno Ilustrada desde 1990. Participa do debate sobre o filme Amarcord no dia 16 de maio, às 20h00.
MARCIO DE FREITAS GIOVANNETTI é psiquiatra, psicanalista e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Participa do debate sobre o filme Amarcord no dia 16 de maio, às 20h00.
MARIA DORA MOURÃO é professora do Departamento de Cinema, Rádio e TV e Vice-Diretora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Presidente da Sociedade Amigos da Cinemateca, Vice-Presidente do Centre International de Liaison des Écoles de Cinéma et Télévision e Presidente da SOCINE – Sociedade Brasileira de estudos de Cinema e Audiovisual. Organizou, junto com Amir Labaki, o livro O Cinema do Real. Participa do debate sobre o filme Sangue de pantera, no dia 11 de maio, às 20h00.
MARTA ÚRSULA LAMBRECHT é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Coordena a discussão sobre o filme Teorema no dia 14 de maio, às 20h00.
PLÍNIO MONTAGNA é Mestre em Psiquiatria, ex-professor assistente da Faculdade de Medicina da USP, Analista Didata e Presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (2008-2010). Participa do debate sobre o filme Sangue de pantera, no dia 11 de maio, às 20h00.
RAQUEL AJZENBERG é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. É mediadora do debate sobre o filme Amarcord no dia 16 de maio, às 20h00.
RAYA-ANGEL ZONANA é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Coordena a discussão sobre o filme Veludo azul no dia 12 de maio, às 20h00.
RONIS MAGDALENO JUNIOR é psiquiatra, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, membro do Núcleo de Psicanálise de Campinas e Região, doutor
SILVANA REA é bacharel em cinema pela FAAP, psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. É mestre e doutora
Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino - 04021-070 - São Paulo
(11) 3512-6111 / contato@cinemateca.org.br