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Programação

IV JORNADA BRASILEIRA DE CINEMA SILENCIOSO 

 

 

06 e 15 de agosto de 2010

 

A Cinemateca Brasileira promove a quarta edição da JORNADA BRASILEIRA DE CINEMA SILENCIOSO, evento dedicado ao cinema produzido entre os finais do século XIX até aproximadamente 1930, quando a chegada do som modificou os rumos da arte cinematográfica. Com curadoria geral de Carlos Roberto de Souza, a IV JORNADA privilegia novamente uma cinematografia nacional do período silencioso e os trabalhos de preservação dos arquivos de filme de um determinado país. Nesta edição, o foco é o cinema silencioso da Suécia e as obras escolhidas são resultado de restaurações feitas pela Cinemateca Sueca. A seleção do programa esteve a cargo de Jon Wengström, curador do arquivo, e responsável também pela conferência inaugural da IV JORNADA.

Dentre muitas outras atrações, a seção permanente dedicada às Giornate del Cinema Muto, de Pordenone, apresenta nesse ano alguns clássicos do cinema americano das décadas de 1910 e 1920. O programa Janela para a América Latina exibe o único filme silencioso remanescente da Bolívia, o raríssimo Wara Wara, rodado em 1929 por José María Velasco. O cinema brasileiro é também um dos destaques da IV JORNADA, com a projeção das versões restauradas pela Cinemateca Brasileira dos documentários Companhia Paulista de Estrada de Ferro e Companhia Mogyana, que registram trabalhos industriais e a instalação das ferrovias no Estado de São Paulo. Para homenagear os 80 anos da produtora Cinédia, principal empresa cinematográfica brasileira da década de 1930, a IV JORNADA exibe Lábios sem beijos, dirigido por Humberto Mauro. A programação brasileira se completa com a seção Produções silenciosas contemporâneas, que apresenta Que cavação é essa?, de Estevão Garcia e Luís Alberto Rocha Melo, curta-metragem que fala do comprometimento do cinema brasileiro com o poder.

Todos os filmes serão exibidos com acompanhamento musical ao vivo na Sala Cinemateca BNDES e em projeção silenciosa na Sala Cinemateca Petrobras. As sessões musicadas estão indicadas com um asterisco (*). A curadoria musical da IV JORNADA é assinada pelo músico e compositor Livio Tragtenberg. A programação inclui ainda uma exposição de ampliações fotográficas feitas a partir de placas de vidro do cinema silencioso sueco e três mesas de debate: a primeira delas, sobre a declaração da FIAF – Federação Internacional dos Arquivos de Filmes a respeito de Acesso Livre; a segunda, sobre as salas de cinema em São Paulo e Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX; a terceira, sobre as relações entre a psicanálise e o cinema – numa programação realizada em conjunto com a mostra FÁBRICA DE SONHOS: 100 ANOS DE CINEMA E PSICANÁLISE, em cartaz na Cinemateca até o dia 12 de setembro. Confira mais informações no catálogo da mostra ou no site www.cinemateca.gov.br/jornada/

 

Programação não recomendada para menores de 14 anos

 

ENTRADA FRANCA

 

CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207

próximo ao Metrô Vila Mariana

Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)

www.cinemateca.gov.br

 

AUDITÓRIO IBIRAPUERA

Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº

Parque do Ibirapuera – portão 2

Outras informações: (11) 3223-3966

www.auditorioibirapuera.com.br

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

07.08 | SÁBADO

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

18h00   A RUAS DAS LÁGRIMAS

 

21h00   FILMANDO ANA BOLENA | A AURORA DE UM AMANHÃ

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

17h00   PALESTRA DE JON WENGSTRÖM

 

19h00   TERJE VIGEN | ACOMPANHAMENTO DE ZÉ LUIS RINALDI | O MOSTEIRO DE SENDOMIR | ACOMPANHAMENTO DE CLAUDIO KAIRUZ E LIVIO TRAGTENBERG

 

21h30   REGENERAÇÃO | ACOMPANHAMENTO DE ZÉRRÓ DOS SANTOS

 

 

08.08 | DOMINGO

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

17h00   A MULHER DIVINA | VENTO E AREIA

 

19h00   O SUPERSTICIOSO | DEBATE FÁBRICA DE SONHOS: 100 ANOS DE CINEMA E PSICANÁLISE COM JORGE COLI E OSWALDO FERREIRA LEITE NETTO | MEDIAÇÃO DE HUMBERTO DA SILVA MENEZES JR.

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

16h00   UMA VISITA A SELMA LAGERLÖF | A CARNE E O DIABO | ACOMPANHAMENTO DE BASAVIZI 

 

18h30   COMPANHIA PAULISTA DE ESTRADA DE FERRO | ACOMPANHAMENTO DE LIVIO TRAGTENBERG

 

20h00   AS GAROTAS DE NORRTULL | ACOMPANHAMENTO DE LAÉRCIO DE FREITAS

 

 

09.08 | SEGUNDA

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

18h30   A FEITIÇARIA ATRAVÉS DOS TEMPOS

 

20h30   A HERANÇA DE INGMAR

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

19h30   ESTE MUNDO É UM TEATRO | ACOMPANHAMENTO DE MAX DE CASTRO 

 

21h30   O RIO DA VIDA | CAGLIOSTRO | O ABISMO | O JARDINEIRO | ACOMPANHAMENTO DE RICARDO REIS

 

 

10.08 | TERÇA

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

18h00   COMPANHIA MOGYANA

 

19h30   O SEGREDO DO CORCUNDA

 

20h30   CONTRA O ORGULHO

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

18h30   QUANDO O CAPITÃO GROGG FOI FAZER O SEU RETRATO | A PRISIONEIRA DA FORTALEZA DE KARLSTEN | NOS GRILHÕES DA ESCURIDÃO | ACOMPANHAMENTO DE RICKY VILLAS

 

21h00   LÁBIOS SEM BEIJOS | ACOMPANHAMENTO DE TURÍBIO SANTOS

 

 

11.08 | QUARTA

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

16h00   QUE CAVAÇÃO É ESSA ? | DEBATE COM JON WENGSTRÖM, LUÍS ALBERTO ROCHA MELO E ESTEVÃO GARCIA

 

18h15   A CHEGADA DO REI DO SIÃO A LOGÅRDSTRAPPAN | CENAS DA VIDA DO REI OSCAR II | VIAGEM ÀS RUÍNAS DE ANGKOR | NA TERRA DOS MOÏS: EXPLORAÇÃO E CAÇA

 

19h30   COMPANHIA PAULISTA DE ESTRADA DE FERRO

 

21h00   O RIO DA VIDA | CAGLIOSTRO | O ABISMO | O JARDINEIRO

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

18h00   NA PRIMAVERA DA VIDA | ACOMPANHAMENTO DE RUGGERO RUSCHIONI | MADAME DE THÈBES | ACOMPANHAMENTO DE ANA FRIDMAN

 

20h30   A HERANÇA DE INGMAR | ACOMPANHAMENTO DE ERIC NOWINSKI E MARCELO POLETTO

 

 

12.08 | QUINTA

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

17h00   DEBATE COM JOSÉ INÁCIO DE MELO SOUZA E JÚLIO LUCHESI MORAES

 

19h00   AS GAROTAS DE NORRTULL

 

21h00   LÁBIOS SEM BEIJOS

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

17h30   A CHEGADA DO REI DO SIÃO A LOGÅRDSTRAPPAN | CENAS DA VIDA DO REI OSCAR II | VIAGEM ÀS RUÍNAS DE ANGKOR | NA TERRA DOS MOÏS: EXPLORAÇÃO E CAÇA | ACOMPANHAMENTO DE MATHEUS LESTON

 

19h00   A MULHER DIVINA | ACOMPANHAMENTO DE DANTE PIGNATARI | VENTO E AREIA COM MÚSICA ORIGINAL SINCRONIZADA

 

21h00   RUA MESCHANSKAIA 13 / SOFÁ E CAMA | ACOMPANHAMENTO DE RICARDO CARIOBA

 

 

13.08 | SEXTA

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

19h00   WARA WARA

 

20h30   TERJE VIRGEN | O MOSTEIRO DE SENDOMIR

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

19h30   O SEGREDO DO CORCUNDA | ACOMPANHAMENTO DE DANILO MORAES

 

AUDITÓRIO IBIRAPUERA

 

21h00   A FEITIÇARIA ATRAVÉS DOS TEMPOS | ACOMPANHAMENTO DE MÁRCIO NIGRO E ANDRÉ ABUJAMRA

 

 

14.08 | SÁBADO

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

16h00   REGENERAÇÃO

 

17h30   QUANDO O CAPITÃO GROGG FOI FAZER O SEU RETRATO | A PRISIONEIRA DA FORTALEZA DE KARLSTEN | NOS GRILHÕES DA ESCURIDÃO

 

20h00   UMA VISITA A SELMA LAGERLÖF | A CARNE E O DIABO

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

18h00   FILMANDO ANA BOLENA | A AURORA DE UM AMANHÃ | ACOMPANHAMENTO DE GUSTAVO BARBOSA E DANIEL MURRAY

 

19h30   GOLPES DE AUDÁCIA | ACOMPANHAMENTO DE WILSON SUKORSKI

 

21h00   WARA WARA COM TRILHA MUSICAL SINCRONIZADA

 

 

15.08 | DOMINGO

 

SALA CINEMATECA PETROBRAS

 

15h30   GOLPES DE AUDÁCIA

 

17h00   RUA MESCHANSKAIA 13 / SOFÁ E CAMA

 

19h00   NA PRIMAVERA DA VIDA | MADAME DE THÈBES

 

SALA CINEMATECA BNDES

 

16h00   QUE CAVAÇÃO É ESSA? | COMPANHIA MOGYANA | ACOMPANHAMENTO DE DANIEL SZAFRAN

 

18h00   A RUA DAS LÁGRIMAS | ACOMPANHAMENTO DE DUO 10

 

21h00   O SUPERSTICIOSO | ACOMPANHAMENTO DE SIMONE SOU

 

 

FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES

 

DESTAQUES DE PORDENONE

 

Este mundo é um teatro (Stage struck), de Allan Dwan

EUA, 1925, 35mm, cor/pb com viragem e tingimento, 77’

Gloria Swanson, Lawrence Gray, Ford Sterling, Gertrude Astor
Jenny, garçonete de um modesto restaurante à beira do rio Ohio, sonha em ser atriz e conquistar o coração de Orme, seu companheiro de trabalho, que opera com destreza a chapa de fazer panquecas. Para viabilizar seus sonhos, Jenny faz, em segredo e por correspondência, um curso de interpretação.

Origem da cópia: National Film and Television Archive / British Film Institute

seg 09 19h30 (*)

 

Golpes de audácia (Hands up!), de Clarence G. Badger

EUA, 1926, 35mm, pb, 63’

Raymond Griffith, Virginia Lee Corbin, Marian Nixon, Mack Swain
No final da guerra civil americana, o presidente Lincoln recebe a boa notícia de que uma mina de ouro de Nevada fornecerá todos os recursos necessários para o esforço de guerra do Norte. O presidente quer que lhe tragam o ouro imediatamente. Ao mesmo tempo, Jack, um espião do Sul, recebe a missão de interceptar o carregamento de ouro. Em sua missão, ele encontra duas irmãs e se apaixona por elas, enganando oficiais nortistas ao forjar uma falsa identidade.

Origem da cópia: MoMA – The Museum of Modern Art / Film Preservation Center

sáb 14 19h30 (*) | dom 15 15h30

 

Regeneração (Regeneration), de Raoul Walsh

EUA, 1915, 35mm, pb com viragem e tingimento, 64’

John McCann, James A. Marcus, Maggie Weston, H. McCoy
Owen cresce nos cortiços novaiorquinos e se transforma em líder de um bando de delinquentes. Paralelamente, a jovem Marie Deering abandona a vida da alta sociedade e estabelece uma casa missionária na zona de criminalidade da cidade. Quando encontra Marie, que toma a seu encargo ensiná-lo a ler e escrever, Owen percebe que andara até ali pelo lado errado da vida e dá o primeiro passo no caminho da regeneração.

Origem da cópia: MoMA – The Museum of Modern Art / Film Preservation Center

sáb 07 21h30 (*) | sáb 14 16h00

 

O Supersticioso (When the clouds roll by), de Victor Fleming

EUA, 1919, 35mm, pb, 86’

Douglas Fairbanks, Kathleen Clifford, Frank Campeau, Ralph Lewis

O rico e amável Daniel Boone Brown é vítima das experiências psicológicas de Ulrich Metz, um cientista louco que decidiu transformá-lo numa espécie de cão pavloviano. Saúde debilitada, sono inquieto, indisposição nervosa e irritável, atraso no trabalho e superstições que preocupam e atemorizam, tudo faz parte das maquinações de Metz para enlouquecer Daniel. Origem da cópia: MoMA – The Museum of Modern Art / Film Preservation Center

dom 08 19h00 | dom 15 21h00 (*)

 

 

EM BUSCA DO BRASIL – TRENZINHO CAIPIRA

 

Companhia Mogyana

Brasil, década de 1920, 35mm, pb/com viragem e tingimento, 56’

A Companhia Mogyana de Estradas de Ferro foi eterna rival da Companhia Paulista. Ambas foram criadas por grupos de fazendeiros do interior do estado de São Paulo, e a fundação Mogyana se constitui em 1872, exatamente no ano em que a CPEF inaugura o trecho ligando Campinas a Jundiaí. O primeiro trecho da Mogyana foi inaugurado em 1875, e ligava Campinas à Jaguariúna e, no mesmo ano, a linha chegava à Mogi Mirim. O filme documenta diversas atividades da companhia e suas oficinas de montagem e construção de locomotivas a vapor e vagões de carga e de passageiros.

Origem da cópia: Cinemateca Brasileira

ter 10 18h00 | dom 15 16h00 (*)

 

Companhia Paulista de Estrada de Ferro
Brasil, 1930, 35mm, pb, 62’

Documentário dividido em três partes. Na primeira, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro instala, em espaços da Companhia Docas de Santos, uma oficina para montar vagões.

A segunda parte mostra a cidade de Rio Claro e as oficinas da CPEF: ferraria, serraria, marcenaria, pintura e transporte dos vagões. A terceira parte retrata a via férrea dupla entre Jundiaí e Campinas e as oficinas de reparo de locomotivas elétricas e a vapor na primeira cidade.

Origem da cópia: Cinemateca Brasileira

dom 08 18h30 (*) | qua 11 19h30

 

O segredo do corcunda
Brasil, 1924, 35mm, com viragem e tingimento, 49’

João Cypriano, Francisco Garca, Inocência Collado, Francisco Madrigano

Dois empregados em uma fazenda de café – o jovem João e um corcunda idoso, Marcos – são despedidos por Pedro, o administrador vilão. O corcunda revela que o capataz foi o assassino do pai do rapaz, e João salva uma mocinha em perigo, a filha do patrão, que os readmite. O capataz tenta eliminar o rapaz quando os jovens começam a namorar.

Origem da cópia: Cinemateca Brasileira

ter 10 19h30 | sex 13 19h30 (*)

 

 

HOMENAGEM À CINÉDIA – 80 ANOS

 

Lábios sem beijos, de Humberto Mauro
Brasil, 1930, 35mm, pb, 53’

Lelita Rosa, Paulo Morano, Didi Vianna, Gina Cavalieri

Lelita é uma jovem moderna, que encontra Paulo casualmente num táxi. Voltam a se falar durante uma festa. O desentendimento inicial não impede que os dois passem a se ver, nascendo entre ambos arrebatadora paixão. Certo dia, Lelita encontra sua prima Didi chorando sentidamente, e descobre que o motivo dessa mágoa chamava-se Paulo Morano. Paulo acusa sua ex-namorada, Tamar, de ter preparado a intriga e ter colocado Lelita contra ele.

Origem da cópia: Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

ter 10 21h00 (*) | qui 12 21h00

 

 

JANELA PARA A AMÉRICA LATINA

 

Wara Wara, de José Maria Velasco Maidana

Bolívia, 1930, 35mm, pb, 69’

Juanita Taillansier, Martha de Velasco, Arturo Borda, Emmo Reyes

O pacífico reino de Hatun Colla é invadido por um exército de conquistadores espanhóis que destroem povoados e matam o chefe Calicuma e sua esposa Nitaya. No caos reinante, o sumo sacerdote Huillac Huma consegue salvar a princesa Wara Wara e levá-la por passagens secretas até uma caverna nas montanhas. Neste esconderijo, Huillac Huma prepara por cinco anos um exército de nativos com o qual pretende vencer os espanhóis.

Origem da cópia: Cinemateca Boliviana.

sex 13 19h00 | sáb 14 21h00 (*)

 

 

JON WENGSTRÖM APRESENTA O CINEMA SILENCIOSO SUECO

 

Contra o orgulho (Gunnar Hedes saga), de Mauritz Stiller

Suécia, 1923, 35mm, pb com viragem e tingimento, 73’

Einar Hanson, Hugo Björne, Pauline Brunius, Mary Johnson
Gunnar Hede é criado por sua orgulhosa mãe, que deseja que o rapaz se torne respeitável para fazer jus à riqueza da família. Mas Gunnar é mais interessado em seu avô, que começou a vida como violinista andarilho mas ficou rico ao conduzir um rebanho de renas selvagens para vendê-lo nos mercados do sul da Suécia. O rapaz apaixona-se por Ingrid, uma violinista que viaja com um casal de artistas ambulantes, e renuncia à fortuna familiar para também se tornar um violinista andarilho.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

ter 10 20h30

 

A feitiçaria através dos tempos (Häxan), de Benjamin Christensen

Suécia, 1922, 35mm, pb com viragem e tingimento, 106’

Benjamin Christensen, Ella la Cour, Emmy Schønfeld, Kate Fabian

A força espantosa da feitiçaria na Idade Média. Embora obviamente um trabalho de pura imaginação, o filme assume as dimensões de um documentário, produto da extensa pesquisa realizada por Christensen antes de iniciar o projeto. Trata-se de um filme ficcional de horror em forma de documentário, e apresenta uma extraordinária fotografia, estrutura não-linear e iconografia grotesca.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

seg 09 18h30 | sex 13 21h00 (*)

 

As garotas de Norrtull (Norrtullsligan), de Per Lindberg

Suécia, 1923, 35mm, pb com viragem e tingimento, 85’

Tora Teje, Inga Tidblad, Renée Björling, Linnéa Hillberg

Pegg muda-se para Estocolmo, na esperança de conseguir melhores oportunidades de trabalho. Ela divide um apartamento com três outras garotas que enfrentam as tentações e as armadilhas de uma metrópole que rapidamente se moderniza. Uma das moças perde o emprego após tomar parte em uma greve; outra prefere largar o emprego a aceitar as investidas de seu chefe.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

dom 08 20h00 (*) | qui 12 19h00

 

A herança de Ingmar (Ingmarsarvet), de Gustav Molander

Suécia, 1925, 35mm, pb com viragem e tingimento, 100’

Märta Halldén, Ivan Hedqvist, John Ekman, Lars Hanson

O pequeno Ingmar perde toda a herança, inclusive a fazenda Ingmarsson, por obra de um cunhado alcoólatra. Já crescido, quer se tornar professor mas, durante uma noite de tempestade, o fantasma de seu avô promete amaldiçoá-lo se ele não se tornar um fazendeiro como seus ancestrais. Nessa mesma noite de tempestade, o místico Helgum chega à vila e rapidamente se torna líder de uma comunidade de fanáticos que se instala na fazenda Ingmarsson.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

seg 09 20h30 | qua 11 20h30 (*)

 

Madame de Thèbes, de Mauritz Stiller

Suécia, 1915, 35mm, pb com viragem e tingimento, 50’

Ragna Wettergreen, Nicolay Johannsen, Albin Lavén, Karin Molander

Uma cigana é amaldiçoada pelo pai e precisa renegar seu filho ilegítimo para que ele tenha sucesso na vida. Ela entrega a criança à condessa Júlia, que acaba de perder seu próprio filho.

Trinta e cinco anos depois, o conde Roberto tornou-se um político importante prestes a ser nomeado ministro de Assuntos Estrangeiros. Seu rival no Parlamento é o barão von Volmar, mas, por uma fatalidade, o conde apaixona-se pela filha do barão.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qua 11 18h00 (*) | dom 15 19h00

 

O mosteiro de Sendomir (Klostret i Sendomir), de Victor Sjöström

Suécia, 1921, 35mm, pb com viragem e tingimento, 80’

Tore Svennberg, Tora Teje, Richard Lund, Renée Björling
Dois nobres, a caminho de Varsóvia, no século XVII, passam a noite num mosteiro. Curiosos, pedem a um monge que lhes conte a história do local. Ali vivera um poderoso conde de nome Starchensky, com a mulher Elga e a filha. Elga, porém, foi infiel ao marido e teve uma relação com o próprio primo. Ao desvendar a trama, Starchensky decidira dedicar sua vida e fortuna à construção do mosteiro em que agora se encontravam.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

sáb 07 19h00 (*) | sex 13 20h30

 

Na primavera da vida (I lifvets vår), de Paul Garbagni

Suécia, 1912, 35mm, pb com viragem e tingimento, 54’

Victor Sjöström, Anna Norrie, Georg af Klercker, Selma Wiklund af Klercker

Gerda, com a morte da mãe, é enviada ao comendador von Seydling, que a concebera em um de seus amores escusos. O comendador entrega a menina a uma senhora que a vende a uma quadrilha que explora crianças mendigas. Cyril Alm a salva e a cria na casa de sua mãe. Muitos anos depois, Gerda sucumbe aos encantos do tenente von Plæin e foge de casa.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qua 11 18h00 (*) | dom 15 19h00

 

Nos grilhões da escuridão (I mörkrets bojor), de Georg af Klercker

Suécia, 1917, 35mm, pb, 43’

Sybil Smolova, Carl Barcklind, Artur Rolén, Ivar Kalling

Acusada de matar o marido, Ellinor Petipon fica traumatizada e perde a memória. Mesmo sem provas conclusivas, a moça permanece presa durante alguns anos, sob observação. Relata ao pastor da prisão os acontecimentos de que vai se lembrando, inclusive a corte que lhe fazia o conde Xavier.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

ter 10 18h30 (*) | sáb 14 17h30

 

A prisioneira da Fortaleza de Karlsten (Fången på Karlstens fästning), de Georg af Klercker

Suécia, 1916, 35mm, pb com viragem e tingimento, 64’

Nils Chrisander, Maja Cassel, Manne Göthson, Arvid Hammarlund
De Faber é um inventor que fracassa na tentativa de descobrir uma nova fórmula de explosivo. A descoberta, porém, é realizada pelo professor Plussman, da Suécia, e De Faber, disfarçado de conde, visita Plussman e quer comprar a fórmula. Como o inventor se recusa a vendê-la, De Faber a rouba e sequestra Mary, filha do professor.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

ter 10 18h30 (*) | sáb 14 17h30

 

Quando o Capitão Grogg foi fazer o seu retrato (När Kapten Grogg skulle porträtteras), de Victor Bergdahl

Suécia, 1917, 35mm, pb, 7’

Combinação de filmagem ao vivo e animação. Um pintor, insatisfeito com seus trabalhos, recebe a visita do capitão Grogg, que deseja um quadro seu, de corpo inteiro. Mas o capitão não fica contente com a maneira como o pintor retrata seu nariz, avermelhado pelos efeitos da bebida.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

ter 10 18h30 (*) | sáb 14 17h30

 

Terje Vigen, de Victor Sjöström

Suécia, 1917, 35mm, pb com viragem e tingimento, 56’

Victor Sjöström, August Falck, Edith Erastoff, Bergliot Husberg

Terje Vigen é um pescador que vive numa ilha que é bloqueada por navios ingleses durante a guerra, em 1809. Ele tenta furar o bloqueio para buscar alimentos para sua mulher e filha, mas é capturado e mandado para a prisão. Libertado cinco anos depois, descobre que seus entes queridos morreram de fome. Terje se torna um homem recluso e jura se vingar do homem que provocou seu sofrimento.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

sáb 07 19h00 (*) | sex 13 20h30

 

 

PRODUÇÕES CONTEMPORÂNEAS SILENCIOSAS

 

Que cavação é essa?, de Estevão Garcia e Luís Alberto Rocha Melo

Brasil, 2008, 35mm, pb/cor, 19’

Cosme Monteiro, Sílvia de Carvalho, José Marinho, Érica Collares

Concebido como um programa duplo, Que cavação é essa? apresenta, em sua primeira parte, Um alegre churrasco na estância do Coronel Alexandrão, filme “do natural silencioso”, realizado pela Prosopopeia Actualidades no final dos anos 1910: na segunda parte, o Complemento Nacional n. 9545: “Restaurare”, cinejornal realizado em 1974 que se beneficiou da Lei do Curta para exibição em cinemas. Preservação e coronelismo, orgia e cachoeira, som direto e silêncio, cinzas e tesouros. O tema de Que cavação é essa? é o próprio cinema brasileiro.

Origem da cópia: Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

qua 11 16h00 | dom 15 16h00

 

 

VISITA AO ACERVO DE FILMES DE ARQUIVO DO INSTITUTO SUECO DE CINEMA

 

O Abismo (Afgrunden), de Urban Gad

Dinamarca, 1910, 35mm, pb, 37’

Asta Nielsen, Robert Dinesen, Poul Reumert, Hans Neergaard

Magda, professora de piano, encontra no bonde o jovem engenheiro Knud. Tão logo se acham comprometidos, ele a convida para conhecer seus pais, que moram no campo. Magda conhece então Rudolph, principal atração de um espetáculo de circo; apaixona-se e foge com ele. Algum tempo depois, Knud localiza Magda na cidade, mas ela prefere continuar com Rudolph.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

seg 09 21h30 (*) | qua 11 21h00

 

A aurora de um amanhã (The dawn of a tomorrow), de James Kirkwood

EUA, 1915, 35mm, pb com tingimento e viragem, 67’

Mary Pickford, David Powell, Forrest Robinson, John Findlay

A história se passa na Inglaterra, e Mary Pickford interpreta Glad, “a mais pobre e feliz órfã de Londres”. No decorrer do filme, este anjo inspirado no mundo de Dickens abriga uma mãe e uma criança abandonadas, evita um suicídio, evita violências domésticas e impede que o namorado Dandy sucumba a uma vida de crimes. Essa obra era considerada perdida até que uma cópia nitrato tingida, da versão exibida na Suécia, foi identificada na Coleção de Filmes de Arquivo do Svenska Filministitutet, em 2005. A restauração foi completada em 2008.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

sáb 07 21h00 | sáb 14 18h00 (*)

 

Cagliostro (Cagliostro – Liebe und Leben eines großen Abenteurers), de Richard Oswald

França/Alemanha, 1929, 35mm, pb, 2’

Hans Stuwe, Alfred Abel, Renee Heribel

De acordo com este filme, o alquimista e vidente Cagliostro não era um charlatão e um gatuno, mas um homem decente que tenta escapar da sua vida de crimes com a ajuda da virtuosa Lorenza. O fragmento apresentado é um corte da censura sueca e novamente o único material em 35mm que sobreviveu. Na França, o material existente do filme é uma cópia Pathé-Baby em 9,5mm. O nitrato original do fragmento apresentado foi restaurado pela Cinemateca Francesa.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

seg 09 21h30 (*) | qua 11 21h00

 

A carne e o diabo (Flesh and the devil), de Clarence Brown
EUA, 1926, 35mm, pb, 113’

John Gilbert, Greta Garbo, Lars Hanson, Barbara Kent

Leo von Harden e Ulrich von Eltz são ligados desde criança por uma profunda amizade. Servem num colégio militar alemão e, em uma licença, Leo fica apaixonado por Felicitas, esposa de um poderoso conde. Num duelo, Leo mata o conde e, antes de partir para a África, pede a Ulrich que cuide de Felicitas. Ulrich, ignorante do amor de Leo por Felicitas, apaixona-se e se casa com ela.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

dom 08 16h00 (*) | sáb 14 20h00

 

 

Cenas da vida do rei Oscar II (En bildserie ur konung Oscar II:s lif), de Ernest Florman
Suécia, 1907, 35mm, pb/cor, 3’

Cortejo de cavalaria; Oscar II despede-se de Frederico VIII num barco; bandeira da Suécia colorida à mão.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qua 11 18h15 | qui 12 17h30 (*)

 

A chegada do rei do Sião a Logårdstrappan (Konungens af Siam landstigning vid Logårdstrappan), de Ernest Florman

Suécia, 1897, 35mm, pb, 1’

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qua 11 18h15 | qui 12 17h30 (*)

 

Filmando Anna Boleyn (Bakomfilm Anna Boleyn)

Alemanha, 1920, 35mm, pb com tingimento e viragem, 2’

Ernst Lubitsch, Emil Jannings, Henny Porten

Trecho de cinejornal da UFA, filmado por ocasião da visita do presidente da República Alemã Friedrich Ebert aos estúdios da produtora, onde Ernst Lubitsch filma Ana Bolena. Emil Jannings e Henny Porten chegam de automóvel para as filmagens.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

sáb 07 21h00 | sáb 14 18h00 (*)

 

O Jardineiro (Trädgårdsmästaren), de Victor Sjöström

Suécia, 1912, 35mm, pb, 34’

Victor Sjöström, Gösta Ekman, Lili Bech, John Ekman

Garota apaixona-se pelo filho de seu patrão, um jardineiro dono de uma grande estufa de flores. O jardineiro manda o filho para longe, teoricamente para dar fim a uma relação socialmente indesejável, mas, na verdade, para se aproveitar da moça. Como esta recusa as investidas do jardineiro, ela e seu velho pai são sumariamente demitidos.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

seg 09 21h30 (*) | qua 11 21h00

 

A mulher divina (The divine woman), de Victor Sjöström
EUA, 1928, 35mm, pb, 10’

Greta Garbo, Lars Hanson, Lowell Sherman, Polly Moran

A jovem inglesa Mariana, abandonada pelos pais pobres, quer ser atriz e se muda para Paris. Apaixona-se por Luciano, desertor do Exército. Para provar seu amor por Mariana, o rapaz rouba um vestido e é preso.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

dom 08 17h00 | qui 12 19h00 (*)

 

Na terra dos Moïs: exploração e caça (Au pays des Moïs: exploration et chasse)
França, 190?, 35mm, pb, 25’

Um grupo de turistas vai de Saigon à terra dos Moïs, inicialmente de automóvel e depois a cavalo. Detalhes da viagem. Ao encontrarem um acampamento da tribo Chô Mas, os exploradores acompanham a caçada de um búfalo. Maneiras dos Chô Mas fazerem fogo. Refeição. Ritos executados pelas sacerdotisas. Pormenores da caçada durante a qual os exploradores matam alguns búfalos.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qua 11 18h15 | qui 12 17h30 (*)

 

O rio da vida (The River), de Frank Borzage

EUA, 1929, 35mm, pb, 2’

Charles Farrell, Mary Duncan
O rio da vida é tido por alguns como um dos filmes silenciosos mais eróticos. Com a liberdade que lhe permitiram o sucesso mundial e o Oscar recebido por 7th Heaven, Frank Borzage realizou um filme pleno de sensualidade, sobre um jovem do campo iniciado no amor por uma misteriosa mulher da cidade. O fragmento de O rio da vida que apresentamos é um corte feito pelos censores suecos e é o único material em 35mm do filme localizado até o presente. Paradoxalmente, a única coisa que sobreviveu é a parte que foi cortada, supostamente para não ser vista (pelo menos pelas plateias suecas).

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

seg 09 21h30 (*) | qua 11 21h00

 

A rua das lágrimas (Die freudlose Gaße), de Georg Wilhelm Pabst
Alemanha, 1925, 35mm, pb com tingimento e viragem, 149’

Asta Nielsen, Greta Garbo, Werner Krauss, Einar Hanson

Na Viena de 1921, parte dos habitantes da rua Melquior padece as horrendas consequências de uma profunda inflação. Existem apenas duas pessoas ricas na rua: o açougueiro e a sra. Greifer, que dirige uma loja de roupas e um clube noturno frequentado pela classe abastada de Viena. Anexo ao clube, há um hotel de alta rotatividade, onde as moças pobres que o frequentam se prostituem para pagar a sra. Greifer e comprar comida para suas famílias. A história segue as desventuras de duas mulheres: Maria, que sucumbe às atrações da prostituição; e Greta, oriunda de uma família acostumada a melhores condições de vida, que resiste à tentação do dinheiro fácil.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

sáb 07 18h00 | dom 15 18h00

 

Rua Meschanskaia 13 / Sofá e cama (Tretya Mescanskaya), de Abram Room
URSS, 1927, 35mm, pb, 86’

Lyudmila Semyonova, Nikolai Batalov, Vladimir Fogel, Leonid Yurenyov

Um casal, Liudmila e Kolia, mora num pequeno apartamento em Moscou. Volodia, um amigo de Kolia, chega à cidade e não consegue encontrar moradia. Kolia convida Volodia para ficar em seu apartamento e dormir no sofá. Quando Kolia viaja a negócios, Liudmila e Volodia apaixonam-se e têm um caso.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qui 12 21h00 (*) | dom 15 17h00

 

Vento e areia (The Wind), de Victor Sjöström

EUA, 1928, 35mm, pb, 72’

Lillian Gish, Lars Hanson, Montagu Love, Dorothy Cumming

Letty muda-se para o oeste do Texas para morar no rancho de seu primo Beverly. Em sua viagem, ela fica incomodada com o vento incessante. Roddy nota isso e a amedronta dizendo que habitualmente o vento enlouquece as mulheres. Lige, vizinho de Beverly, apanha Letty na estação de trem. Depois de quilômetros de vento e areia, chegam ao rancho onde Cora, esposa de Beverly, imediatamente manifesta seu ciúme em relação ao marido e aos filhos que demonstram seu carinho por Letty.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

dom 08 17h00 | qui 12 19h00 (*)

 

Viagem às ruínas de Angkor (Voyage aux ruines d'Angkor), de Monseigneur le Duc de Montpensier

França, 1908, 35mm, pb, 25’

O filme acompanha um grupo de turistas que chega a Saigon, no Vietnã, e sobe o rio Mekong. Vista das margens e das vilas ribeirinhas. Chegada à capital do Camboja e viagem em carros de boi até o conjunto das ruínas de Angkor. Diversas vistas das ruínas.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

qua 11 18h15 | qui 12 17h30 (*)

 

Uma visita a Selma Lagerlöf (Ett besök hos Selma Lagerlöf), de Raoul Le Mat
Suécia, 1926, 35mm, cor, 6’

Documentário com a escritora Selma Lagerlöf, autora de vários livros adaptados pelo cinema sueco e primeira mulher a ganhar o prêmio Nobel de Literatura, em 1909. O filme mostra a casa em que mora numa vila tranquila. Em seguida, a escritora vai a uma cidade vizinha assistir o filme The tower of lies, com Norma Shearer e Lon Chaney, realizado por Victor Sjöström a partir de seu romance Keisarn av Portugallien.

Origem da cópia: Svenska Filminstitutet

dom 08 16h00 (*) | sáb 14 20h00

 

 

 

OUTRAS ATIVIDADES

 

CONFERÊNCIA DE ABERTURA

Convidado a fazer a conferência inaugural da IV JORNADA BRASILEIRA DE CINEMA SILENCIOSO, Jon Wengström, curador da Coleção de Filmes de Arquivo do Instituto Sueco de Cinema, fará uma exposição sobre o cinema silencioso sueco, ilustrada com excertos de filmes.

sáb 07 17h00

 

 

MESAS DE DEBATE

 

FÁBRICA DE SONHOS: 100 ANOS DE PSICANÁLISE – O SUPERSTICIOSO

Programação conjunta com a mostra FÁBRICA DE SONHOS: 100 ANOS DE PSICANÁLISE, em cartaz na Cinemateca até o dia 12 de setembro, dedicada à exibição de filmes comentados por psicanalistas, artistas e intelectuais.

Participantes: Jorge Coli (professor, crítico de arte, colunista da Folha) e Oswaldo Ferreira Leite Netto (médico psiquiatra, psicanalista e professor). Mediação de Humberto da Silva Menezes Jr.

dom 08 19h00

 

A DECLARAÇÃO DA FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS DE FILMES SOBRE ACESSO LIVRE E A FUNÇÃO DOS ARQUIVOS

Participantes: Jon Wengström (curador da Coleção de Filmes de Arquivo do Instituto Sueco de Cinema), Luís Alberto Rocha Melo e Estevão Garcia (realizadores de Que cavação é essa?)

qua 11 16h00

 

SALAS DE CINEMA EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX

Participantes: José Inácio de Melo Souza e Júlio Lucchesi Moraes

qui 12 17h00

 

 

EXPOSIÇÃO

 

PLACAS DE VIDRO DO CINEMA SILENCIOSO SUECO

O setor histórico do Instituto Sueco de Cinema é depositário de uma coleção de 43 mil placas de vidro oriunda da AB Svenska Filmindustri – e de sua predecessora, a AB Svensk Biografteatern – que registram a produção sueca de 1911 a 1967. Um enorme projeto iniciado em 2007 pretendia fazer a digitalização de todas essas imagens, mas a tarefa revelou-se acima das possibilidades orçamentárias.

Diante disso, priorizou-se a digitalização de todos os negativos referentes ao periodo do cinema silencioso sueco e às produções de Ingmar Bergman, tendo em vista as solicitações relativas ao trabalho de Bergman. A exposição que apresentamos foi feita mediante a sugestão do curador da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso de que Jon Wengström selecionasse imagens captadas durante a filmagem de trabalhos que apresentamos na IV Jornada. A qualidade dessas imagens nos desperta um enorme desejo de ter contato com o maior número possível delas – e de comparar os esforços de realização suecos com os que realizávamos no Brasil no mesmo período.

Período: de 06 a 15 de agosto

Horário de visitação: 10h00 às 22h00

 

 

 

MÚSICOS CONVIDADOS

 

ANA FRIDMANFormada em Música e Dança pela Unicamp, atua como compositora, pianista, arranjadora, bailarina e professora de Percepção e Harmonia. Em 2002 ganhou a bolsa Virtuose em Composição para estagiar com o grupo londrino Kinetic Concert. Lançou em 2004, pelo selo Zabumba Records / Rob Digital, o CD O Tempo, a Distância e a Contradança, com músicas e arranjos de sua autoria, incluindo trilhas que compôs para teatro e dança. Entre os lugares que lecionou estão: Instituto de Artes da Califórnia, Unicamp, unidades do Sesc de São Paulo, Ongs e Companhias Teatrais. Em 2007 foi convidada pela Guildhall School de Londres para ministrar um workshop sobre ritmos brasileiros.

 

ANDRÉ ABUJAMRA Multiinstrumentista, compositor, produtor e ator paulistano. Na década de 1980 montou a banda Os Mulheres Negras, que o projetou no cenário musical alternativo em São Paulo. Depois passou pelo Karnak e hoje está em carreira solo. Compõe para cinema e teatro; entre seus trabalhos recentes estão uma participação na trilha de O Bicho de 7 cabeças e a trilha toda de Carandiru. Abujamra também atua como produtor musical, e trabalha junto com artistas como Pato-Fu e Duo Portal. Recentemente lançou seu terceiro CD solo, intitulado Mafaro, que tem recebido excelentes críticas, e já está com shows marcados por todo o mundo até 2011.

 

BASAVIZIGrupo formado em 2008 para desenvolver pesquisas sobre a improvisação livre como forma de processo criativo e de composição, que resultaram também em outra pesquisa sobre o uso de tecnologia digital e analógica para performances ao vivo. Formado por um trio paulistano, o grupo desenvolveu diversos arranjos instrumentais. Sempre focado na interação entre instrumentos tradicionais, ainda que tocados de forma não usual, e tecnologias high e low-tech.

 

DANIEL MURRAY Violonista. Em 1997 conquistou o segundo prêmio no Concours International de Guitarre de Trédrez-Locquémeau, na Bretanha, França. Há 15 anos trabalha como intérprete, arranjador e compositor. Em 2007 gravou Suíte Retratos de Radamés Gnatalli com o Trio Opus 12, de violões. Em 2008, lançou seu primeiro CD solo ...universos sonoros para violão e tape..., com patrocínio da Petrobras. Integrou em 2009 o Quarteto Tau de violões, com Breno Chaves, José Henrique Rosa Campos e Fabio Bartoloni, e formou com o violonista e compositor Chico Saraiva o Duo Saraiva-Murray, que acaba de voltar de uma turnê pela Europa.

 

DANIEL SZAFRANPianista solo. Trabalhou com Laura Finnochiaro, Zé Rodrix, Mauricio Pereira, Edvaldo Santana, entre outros. Foi durante três anos pianista da banda do Programa Fanzine, da TV Cultura. Com o parceiro Mauricio Pereira, coproduziu e tocou piano no CD Mergulhar na Surpresa. Fez trilhas para peças e produziu CDs de outros artistas. Em 1992, a Rádio Cultura AM de São Paulo fez com ele um programa especial de uma hora. Foi pianista do Piratininga Bar por 16 anos, no bairro da Vila Madalena, em São Paulo, casa bastante conhecida dos paulistanos pelos bons pianistas que por lá passaram.

 

DANILO MORAESNascido em São Paulo, cantor, compositor e guitarrista, trabalhou com artistas como Chico César, Ná Ozzetti, Miriam Maria, Premê, Wandi Doratiotto (seu pai, com quem produziu o disco Pronto), Mário Manga, Ceumar, Inácio Zatz, Celso Sim, entre outros. Lançou seu disco solo em 2003 e foi selecionado para o projeto Rumos do Itaú Cultural. Com a banda Banguela, Danilo apresentou-se durante vários anos nas casas de forró de São Paulo e, em 2004, lançou o disco Na Pista. Em 2009 iniciou o projeto de seu novo disco Danilo Moraes e os Criados Mudos, apresentando-se em cidades de todo o Brasil.

 

DANTE PIGNATARI Formou-se em piano na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Já se apresentou no Brasil, Inglaterra, Espanha e Alemanha, dedicando-se especialmente à música de câmara. Trabalhou na produção, edição e apresentação de programas para a Rádio Cultura FM. Coordenou e foi pianista do projeto Poesia paulista - Doze canções, que resultou no CD do mesmo nome. Foi colaborador da revista Bravo! de 1997 a 2001, e desde 2005 escreve notas de programas para a OSESP. Ministra aulas de piano e cursos livres de música.

 

DINO VICENTE Atua como músico, compositor, arranjador e produtor musical nas áreas de publicidade, cinema, teatro, instalações e multimídia. Começou sua carreira cedo, tocando piano na montagem da peça Bonitinha, mas Ordinária, dirigida por Antunes Filho. Já compôs com Arrigo Barnabé e, recentemente, escreveu a trilha sonora do longa-metragem 400 contra 1, do diretor Caco Souza.

 

DUO N1 Formado por Alexandre Fenerich e Giuliano Obici em julho de 2007, o duo nasceu da vontade de criar um ambiente de experimentação sonora a partir da performance musical e do mproviso. Já se apresentou em festivais de arte eletrônica, cinema e música, bares e galerias d arte. Em 2009 lançou o CD Jardim das Gambiarras Chinesas - Broken Music Machines, registro das experimentações musicais criadas até então. Desde 2009 explora também performances audiovisuais, criando peças para ver-ouvir – um modo de atuação que marcou sua participação na Mostra Live Cinema de 2009, com a performance “Marulho Oceânico”.

 

ERIC NOWINSKI Começou sua carreira no teatro em 1980 sob a orientação da atriz Célia Helena. Seus principais trabalhos são: Às margens da Ipiranga, dirigido por Fauzi Arap; Tartufo, de Molière, dirigido por José Rubens Siqueira; Os coveiros, de Bosco Brasil, dirigido por Hugo Possolo; e Barrela, de Plínio Marcos, dirigido por Sérgio Ferrara. Seu trabalho mais recente é a transposição para o palco do conto O Espelho, de Machado de Assis.

 

GUSTAVO BARBOSA LIMA Formado em Música (clarinete), fez especialização na França. Frequentou o curso de Música Eletroacústica do GRM de Paris e lecionou em escolas da região parisiense. Obteve o 1º Prêmio de Clarinete da Associação Leopold Bellan de Paris e o 1o Prêmio de Clarinete do VIII Concurso Jovens Instrumentistas Brasil. Compôs trilhas para espetáculos de dança e filmes; participou das edições de 2007 e 2009 da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso. Foi clarinetista da Orquestra Jazz Sinfônica de 2001 a 2003. Integrante do Duoportal, lançou em 2000 o CD Música de um povo imaginário. Na área da música erudita, atua com a pianista Scheilla Glaser. É professor de clarinete e música de câmara da Escola de Música do Estado de São Paulo desde 2000. Pós-graduado em Administração de Empresas pela FIA, participa da coordenação pedagógica de vários projetos artísticos.

 

LAÉRCIO DE FREITAS Pianista, maestro, arranjador e compositor. Graduou-se em piano no Conservatório Carlos Gomes. Fez parte da Orquestra Tabajara de Severino Araújo e do Sexteto de Radamés Gnatalli. Em 1973 lançou o LP Laércio de Freitas e o som roceiro. Atuou como arranjador e regente em companhias de discos. Acompanhou artistas como Ângela Maria, Maria Bethânia, Maria Valle, Emílio Santiago, Nancy Wilson, Clara Nunes, The Supremes, entre outros. É arranjador da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, para a qual também ministra aulas de Prática de Execução Conjunta. Em 2001 assinou os arranjos do tema para piano e orquestra de Amazonas: um poema sinfônico, de João Donato e Everardo de Castro, apresentado no Teatro Amazonas, em Manaus.

 

LIVIO TRAGTENBERG Escreve músicas para teatro, vídeo, cinema e instalações sonoras. Compôs obras instrumentais, sinfônicas, eletroacústicas e operísticas. Em 1987 ganhou o prêmio Vitae pela ópera Inferno de Wall Street; em 1991 foi contemplado com uma bolsa da Fundação Guggenheim pela composição da ópera Tatuturema. Gravou os discos Temperamental, Othello e Anjos Negros, Pasolini Suite e Coleção de Novas Danças Brasileiras. Apresenta-se regularmente no Brasil e no exterior. É autor dos livros Artigos Musicais, Contraponto e Música de Cena. Desde 1995 colabora com o coreógrafo Johann

Kresnik em produções de teatro-dança na Alemanha. Criou a Orquestra de Músicos das Ruas

de São Paulo e a Nervous City Orchestra em Miami (Estados Unidos). Também criou a Blind

Sound Orquestra, com músicos cegos acompanhando filmes silenciosos.

 

MARCELO POLETTO Artista plástico por formação acadêmica; educador por opção política; músico por necessidade. Com a bailaria Morena Nascimento, forma o Duo UNS, que apresenta suas próprias composições de forma simples e direta.

 

MARCIO NIGRO Músico premiado, jornalista, compositor, engenheiro de áudio e produtor musical. Há mais de dez anos explora as novas tecnologias da criação musical. Em 2002 lançou o livro Áudio e VídeoDigital no Macintosh, em parceria com João Velho. Em 1998 fundou a produtora Trio Digital, que compõe jingles para TV. Como compositor de cinema, ganhou o prêmio de melhor trilha sonora por Encarnação do Demônio, no Festival de Paulínia (2008) e por É proibido fumar (2009), no Festival de Brasília.

 

MATHEUS LESTON Músico, compositor, produtor musical e professor. Formado em contrabaixo e Teoria Musical no Centro de Estudos Musicais. É tecladista do grupo Patife Band. Em 2009 participou do projeto Ao redor de 4’33’ na Bienal do Mercosul. Lecionou a disciplina Música Erudita no Século XX no Curso de Arte Contemporânea do Instituto Tomie Ohtake. Compôs a trilha sonora de diversos curtas-metragens, entre eles Mais uma Noite, de Pedro Morelli e Luis Eduardo Amaral, e Sombras, de Dalila Martins.

 

MAX DE CASTRO Nascido no Rio de Janeiro, mudou-se para São Paulo ainda criança. Estimulado pelo pai Wilson Simonal, interessou-se por música muito cedo. Influenciado por Djavan, Jorge Ben Jor e Cassiano, formou em 1992 a banda Confraria, ao lado de Pedro Mariano e Daniel Carlomagno. No começo de 2000, lançou pela gravadora Trama o seu primeiro disco solo, Samba Raro. Em 2002 lançou a Orquestra Klaxon, com parcerias de Erasmo Carlos, Marcelo Yuka, Nelson Motta, Fred Zero Quatro e Seu Jorge. Em 2005 lançou seu terceiro disco, Max de Castro, o mais autoral de todos eles, e nele conta com a participação do percussionista Naná Vasconcelos e do Trio Mocotó.

 

RICARDO CARIOBA A criação de formas visuais e sonoras que não estavam previstas na programação de máquinas eletrônicas é a ideia que está por trás da nova série de trabalhos e projetos de Ricardo Carioba. Por meio de fotografias digitais e analógicas, vídeos e impressões de imagens eletrônicas, o artista aproveita a inteligência eletrônica para inventar possibilidades de experiência em espaço digital. Desde as fotografias, com que conferia materialidade a ambientes virtuais (Panorama da Arte Brasileira, MAM-SP, 1999), até as simulações feitas em computador (Paço das Artes, 2003), persegue não o desvendamento dos mecanismos internos da “caixa preta”, mas a intervenção nos processos eletrônicos que ali ocorrem, formalizando a poética desse espaço.

 

RICARDO REIS Ao lado de Miriam Biderman coordena a Effects Filmes, especializada na finalização de longas-metragens e documentários. No cinema destacou-se pelos seus trabalhos de finalização de som, entre eles, Suprema felicidade, de Arnaldo Jabor; A Encarnação do demônio, de José Mojica Martins (prêmio de Edição de Som no Festival de Paulínia em 2008); e Noel, o poeta da vila, de Ricardo Van Steen (prêmio de Edição de Som no Festival de Miami de 2007). Na televisão, sobressaiu-se por trabalhos nas séries Travessia, dirigida por João Batista de Andrade, e Carandiru, outras histórias, de Hector Babenco, Roberto Gervitz e Walter Carvalho.

 

RICKY VILLAS Violonista, baixista e compositor. Paulistano, atua no cenário musical brasileiro desde 1980. Participou das bandas Bom Quixote, Performática, La Vie en Rose e Banda Zero (que ganhou um disco de ouro). Tem parcerias com Ronaldo Bastos, Celso Fonseca, Eduardo Amarante, Fredy Haiat e Guilherme Isnard. Representou o Brasil em diversos festivais no exterior e participou do Projeto World Party ao lado dos músicos holandeses Tomaz Geretsem e Georgia Dias. Fomou-se no Audio Engineering Institute (SAE), de Amsterdã.

 

RUGGERO RUSCHIONI Graduou-se em Composição e Regência na Faculdade Santa Marcelina; especializou-se em Multimídia na Media Research Lab New York University e fez mestrado em Cinema, Rádio e Televisão na Escola de Comunicações e Artes da USP. Atualmente é professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e professor-assistente da Faculdade Cásper Líbero. Tem experiência nas Artes com ênfase em música, e atua principalmente com temas de computação gráfica, música computacional, realidade virtual, 3D tempo real, síntese sonora e sincronia.

 

SIMONE SOU “Percuterista”, desenvolve pesquisa baseada em ritmos brasileiros e do mundo, adaptando técnicas de percussão às de bateria. Gravou com e acompanhou músicos e compositores como Itamar Assumpção, Mutantes, Chico César, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Elza Soares, Jards Macalé, Paulo Miklos, Robertinho Silva, Otto, entre outros. Atualmente toca com a Orquestra Mundana, liderada por Carlinhos Antunes.

 

TURÍBIO SANTOS Gravou 65 álbuns para Erato-WEA (Paris), Chant du Monde (Paris), Kuarup, Visom e Ritornelo (Rio de Janeiro) e editou coleções de partituras pela Max-Eschig (Paris) e Ricordi (São Paulo). Em 1983 criou a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro. Em 1999 regravou a obra completa de Heitor Villa-Lobos para violão ao lado de compositores como Edino Krieger, Sérgio Barboza, Nicanor Teixeira, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth, para uma série de cinco CDs em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil. É membro-fundador do Conseil d’Entr’aide Musicale (UNESCO). Em 1985 foi nomeado diretor do Museu Villa-Lobos e Chevalier de la Legion D’Honneur. Seus últimos lançamentos discográficos foram Turíbio Santos interpreta Agustin Barrios, Violão Sinfônico e a Introdução ao Choro, todos sob a regência de Silvio Barbato. Foi indicado para o Grammy Latino em 2008.

 

WILSON SUKORSKI Compositor, músico eletrônico, performer multimídia, criador e produtor de conteúdos musicais para rádio, vídeo e cinema, designer e construtor de instrumentos musicais inusitados, e pesquisador em áudio digital. Trabalha em diversas atividades musicais no Brasil e no exterior: compõe para cinema, vídeos experimentais, instalações de áudio arte, arte urbana, arte e novas mídias, e se apresenta como performer musical em shows e performances monoband.

 

ZÉ LUIZ RINALDI Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; colaborou intensamente com os diretores Luiz Antônio Martinez Corrêa, Bia Lessa, Celina Sodré, Fábio Ferreira, Gilberto Gawronsky, Jefferson Miranda e Ulysses Cruz. Premiado pela bolsa Vitae de Artes, criou e dirigiu a ópera Deslimites da Palavra (CCBB-RJ, 2000). Seu trabalho recebeu o prêmio Rumos Musicais Tendências e Vertentes, do Itaú Cultural, e o prêmio de edição da Cartografia Musical Brasileira, como representante da atual produção artística nacional.

 

ZÉRRÓ DOS SANTOS Contrabaixista, arranjador, compositor e produtor. Zérró dos Santos tocou ao lado de músicos como Geraldo Azevedo, Leni Andrade, Família Caymmi, Miúcha, Célia, Nara Leão, Maurício Einhorn, Alaíde Costa, Alceu Valença, entre outros. Participou da Rio Jazz Orquestra e também das gravações dos discos de Elza Soares, Martinho da Vila e Nana Caymmi. É criador e líder do grupo Zérró Santos Big Band Project, formado por 6 saxofones, 2 trompas, 4 trombones, 1 tuba, 5 trompetes, contrabaixo, guitarra, acordeom, bateria e percussão.

 

 

 

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